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07/Dez, Seg

10h – Femina Aurea [Exposição] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Exposição

O FEMINA AUREA é uma exposição de fotografias em preto e branco de mulheres com deficiências físicas e mobilidade reduzida, cujo intuito é retratar a beleza desses corpos que são estereotipados e apagados da estética social vigente em razão das limitações e imperfeições que apresentam, bem como fomentar profundos questionamentos e discussões sobre o padrão estético corporal considerado normal, agradável, belo e aceitável na sociedade contemporânea ocidental.

A gênese e a idealização desse trabalho decorreram da inquietação e do olhar atento de uma Consultura Jurídica, Designer e Produtora de Moda, Ana Vitória Maia Fonsêca, que, ao se deparar com o desafio de criar uma coleção de roupas de moda para esse segmento social – pessoas deficientes físicas –, percebeu a imprescindibilidade de registrar e enaltecer, emblemática, simbólica e imageticamente, esses corpos inspiradores.

A exposição fotográfica Femina Aurea busca, além de retratar a beleza de mulheres cujos corpos apresentam deficiências, disfunções e limitações fisiológicas ou anatômicas, que geram impedimentos ou incapacidades para o desenvolvimento em algumas áreas e atividades físicas, suscitar reflexões sobre os cânones da beleza, ao convidar o espectador a sensibilizar seu olhar, aprofundar sua percepção e o conhecimento sobre esses objetos-corpos desvelados fotograficamente.

A ideia de simular a nudez desses corpos se deu em virtude do imperativo de desnudá-los de quaisquer interferências visuais, de modo que seu real protagonismo fosse preservado.

A mostra fotográfica ora apresentada reúne visões artísticas, tanto líricas e poéticas quanto fortes e viscerais, de seis geniais fotógrafos baianos: Dione Tonheiro, Fábio Bouzas, Flávia Cirne, Homero Carrasco, Marcelo Veras e Ricardo Sena

O Femina Aurea conta também com uma extraordinária equipe de aproximadamente trinta profissionais de áreas diversas: artistas, produtores de moda, designers de moda, designers gráficos, maquiadores, hair-designers, psicólogos, psicanalistas, filósofos, médicos, dentre outros, todos fundamentais à materialização desse projeto.

Fotográfos: Dione Tonheiro, Fábio Bouzas , Flávia Cirne, Homero Carrasco, Marcelo Veras e Ricardo Sena

O psicólogo, professor e pensador Carl Rogers, ao acompanhar seus pacientes psiquiátricos graves, dizia que o ser humano sempre tentava melhorar e, para representar isto, ele descrevia uma experiência da sua infância, durante a Segunda Guerra Mundial, quando ele via as batatas escondidas no porão das casas – época dos alimentos escassos – que germinavam em direção à parca luz externa que vinha por pequenas janelas. A partir do momento que tomei conhecimento desta opinião, que era igual à minha, jovem mestranda na época, passei a tentar colocar em prática uma visão mais amorosa, positiva e “despreconceituosa” das pessoas e da vida. Enxergar além dos conceitos e (pré)conceitos foi a proposta para este trabalho. Discordar dos conceitos preestabelecidos de beleza, perfeição e funcionalidade seria, e foi, o mote pessoal que me permitiu enxergar a beleza, a alegria, a expressividade e, além disso, o amor dessas mulheres alegres, vibrantes, fortes e ricas de uma energia e vitalidade, que suplanta qualquer obstáculo que se apresente. Para mim, foi um prazer, uma alegria, uma honra receber este presente amoroso: o descortinar-se de forma tão singela frente à minha lente, de forma honesta e clara. Todas demonstrando não “o que são” e, sim, “quem são” e como querem as suas vidas. E que assim seja!

DIONE TONHEIRO, fotógrafa e médica

O RETRATO DO LIVRO

Quando Ana Vitória, idealizadora do projeto, me ligou convidando, confesso que me espantei. Não sou um fotógrafo de Moda. Minha raiz é fincada na coxia dos teatros, no backstage de shows e nos sets de filmagens. Ali é o habitat da minha arte. Sou fotógrafo de Cena. Por isso, perguntei: – Tem certeza de que ligou para a pessoa certa? Como diz minha amiga Lila Martins, bailarina do BTCA (a quem agradeço a indicação), ou meu amigo Antrifo Sanches, diretor do BTCA: minha fotografia tem de falar, é visceral; se não for, não é minha. Mesmo com todas as dúvidas, topei o desafio e respirei Femina Aurea. Foi uma experiência única, já que as belas mulheres, que não eram modelos, também concordaram em ser “lidas” pelo meu olhar. Tentei viver, respirar e trazer a verdade delas. Cada olhar me contava um momento. Eu me joguei naqueles olhares e muitas vezes me vi mergulhado nas histórias que não me foram contadas. Em muitos instantes, me afastava do local, me faltava ar. Não considero um ensaio, mas sim um livro de quatro capítulos, todos verídicos, todos poemas de vida. Não escrevi esse livro, apenas li com minhas lentes e cravei na minha pele, como uma tatuagem, como uma fotografia.

FÁBIO BOUZAS, ABC Fotógrafo de cena

Fotografar a Femina Aurea foi entrar no escuro à procura da luz de ouro

Foi rastrear os caminhos do Ser Da luz de fora que reflete a luz de dentro

Fazer parte deste projeto e fotografar estas mulheres

foi uma busca e entrega mútua do

Ser inteiro Estar onde cabe a falta de nada

Entrega ao vazio que é pleno

A Femina Aurea resplandece

Neste lugar da plenitude do Ser que se expressa

Como Luz de ouro

E ilumina o todo.

FLÁVIA CIRNE, fotógrafa e psicóloga

Essas fotos foram feitas para acolher o seu olhar. São mulheres plenas, capazes de nos mobilizar a alma com a beleza de suas curvas, de seus movimentos, de seus olhares, mas também com sua coragem. É preciso coragem para buscar nos capturar com um corpo que conta histórias, que traz em si suas perdas e cicatrizes e que insiste em não desistir de ser belo. Afinal, todos somos iguais, não porque temos almas plenas, mas porque na condição de humanos somos todos seres faltantes. Em um mundo fascinado pela própria imagem, em que o espelho comanda a cena, a exposição Femina Aurea nos conecta diretamente com o brilho dessas modelos capturadas por fotógrafos em suas singulares visões. O que seria um mundo em que não houvesse espelho? Será que desapareceríamos ou, ao contrário, nos conheceríamos? Nossos olhos são feitos de tal forma que nunca nos enxergamos diretamente, é no espelho que descobrimos nossa forma, é através dele que afirmamos: essa pessoa aí sou eu. E esse é nosso equívoco. Acreditamos que somos essa imagem. Freud, o pai da psicanálise, tratou de revelar essa ilusão, somos muito mais do que uma imagem refletida. Nosso interior será sempre misterioso. Às vezes, e somente às vezes, encontramos um portal que nos permite alcançar o ser para além da imagem. Esse é o propósito dessa exposição: nos revelar mulheres em busca de reconciliar o ser e a forma, a dor de um corte e o sublime da superação.

MARCELO VERAS, fotógrafo e psicanalista

Qual é a fronteira para navegar no oceano da vida? O corpo não aprisiona o limite do imaginar. Assim como nos sonhos, somos libertos, podemos voar, sentir, chorar, sorrir, experimentar, avançar, rebobinar... O Femina Aurea é um projeto que abraça toda a sociedade, como o colo de uma grande mãe. Nessa etapa, catorze mulheres com deficiências foram retratadas por seis fotógrafos, produzindo imagens que vão das mais concretas às mais abstratas. Não corra na ansiedade em decifrá-las; permita-se sentir, respire entre uma imagem e outra, valha-se do olhar de dentro, da leitura ampla, se descubra em cada uma delas. Perceba a sutileza contida em um rastro da cadeira de rodas, no gestual, na interação com os espaços e equipamentos-extensão dos corpos. Aqui as protagonistas da vida real guardam cicatrizes gravadas na pele, fazem força constante em busca do equilíbrio, donas de nervos que não se sentem e, por vezes, não se controlam. Pedaço de cada mulher, pedaço de cada fotógrafo... No mundo imagético, as barreiras não nos param; no real, somos todos cadeirantes, temos funções limitadas – algumas definitivas, outras momentâneas – dormimos, nos cansamos, adoecemos, e dos outros, precisamos das mãos, dos ombros e dos músculos, às vezes, deles por inteiro... Somos iguais e somos desiguais; olhando para eles, olhamos para nós.

RICARDO SENA, fotógrafo e curador

O ser humano é o incompleto, por isso faz poemas!

Octávio Paz

Entendido assim, o ser humano será sempre compreendido como um desejo de ser, um croqui... Rascunho que se vai fazendo sem nunca se acabar, sem nunca se terminar, sempre uma possibilidade de... Trazer à frente essa nossa constituição mais profunda ao mundo da arte, da arte fotográfica – congelamento dinâmico do tempo! –, Ana Vitória, em Femina Aurea, ao trazer corpos considerados deficientes – e existem corpos que não são deficientes? – com certeza nos traz de volta a compreensão de quem somos nós: projéteis, setas em pleno voo em busca de si mesmas... – um, digamos assim, “aprender-se a si mesmo”... O ser humano é um ser futuro! Prefiro dizer como Shakespeare: Ó, beleza! Onde está a sua verdade?

JOSÉ ANTÔNIO SAJA Filósofo com ênfase em Estética,

Mestre em Artes Visuais e Doutor em Letras e Linguística pela UFBA

Belo, bonito, gracioso, maravilhoso, sublime, soberbo e expressões similares – adjetivos que costumamos usar com frequência para indicar aquilo que nos agrada, ou que consideramos bom, ou ainda algo que está em conformidade com algum princípio considerado ideal.

Mas o que seria esse ideal?...

Desde os tempos mais remotos, o ser humano buscou a justa forma da beleza, baseando essa busca em princípios como harmonia, equilíbrio e proporção, e ainda estabelecendo uma relação de opostos, onde par e ímpar, direita e esquerda, masculino e feminino, reta e curva representavam conceitos antagônicos e onde apenas um deles poderia representar a perfeição.

Em Femina Aurea, temos um novo olhar, uma aula contemporânea de estética, uma quebra de antigos paradigmas, contestando todos os cânones de beleza estabelecidos desde a Grécia antiga, com sua ideia de oposição entre hylé e morphé (matéria e forma), confirmando o conceito platônico de uma realidade abstrata, o mundo das ideias, onde tudo é perfeito e eterno, solidificando a geleia amorfa dos fenômenos de Flusser, que assim definiu no século XX o mundo material, e onde corpos considerados imperfeitos nos mostram com perfeição uma nova visão sobre a beleza. As formas apresentadas ressignificam tudo que ouvimos e aprendemos sobre o belo e nos deixa estarrecidos e embasbacados ao constatarmos como levamos tanto tempo para entender o verdadeiro sentido da beleza, do etéreo, do divino e maravilhoso. O que agora nos parece tão simples. O belo é o belo e ponto. E que bom que a fotografia é capaz de eternizar esse estado de graça e toda a beleza ora apresentada. A nós, pobres mortais, só resta contemplar, em êxtase, e agradecer por participar dessa descoberta, desse descortinar de um novo conceito e desse feliz encontro com a verdadeira e eterna beleza. E ao final, como num feitio de oração, dizer amém.

MARCUS VINÍCIUS SOUZA SANTOS Mestre em Educação e Contemporaneidade

AGRADECIMENTOS

Mais do que nunca, as conexões solidárias entre as pessoas se fazem necessárias, essenciais, imprescindíveis...

Um poder, irrefutável!

O mundo atual está a exigir um enlace, uma trama, uma teia humana corresponsável, desprendida de dogmas e certezas, capaz de equilibrar forças criativas, libertadoras e amorosas em prol de uma coletividade renovadora.

E foi exatamente sob essa compreensão, que o Femina Aurea nasceu, se estruturou, ganhou forma e lindamente se materializou através de um precioso entrelaçar de personae - fios de ouro puro, de ouro fino de Ofir.

Agradeço a cada um de vocês que, com suas auras de luz, ritmos complexos e olhares alquímicos, diversos e complementares, tornaram possível essa belíssima e admirável tessitura artística, afetiva e política, que nos faz mirar em outras direções do sentir e do pensar.

Concordo com Fernando Pessoa: “O fim da Arte inferior é agradar, o fim da Arte média é elevar, o fim da Arte superior é libertar.”

O Femina Aurea ousa um pouco mais: libertar e transformar para resplandecer corpos, corações e mentes.

Com todo meu amor e admiração, muitíssimo obrigada a todos Vocês:

Aos geniais fotógrafos: Dione Tonheiro | Fábio Bouzas | Flávia Cirne | Homero Carrasco | Marcelo Veras | Ricardo Sena

Às belas Mulheres fotografadas: Amanda Macedo Santos | Amanda Soares | Bianca Vasconcelos | Carina Queiroz | Eliane Vigel Flores | Ellyse Pepe | Gabriela Forte | Grazyela Costa | Letícia Moraes | Mariana Andrade | Marylian Freitas | Sandra Castro | Vitória Lola | Vitória Souto

À talentosa equipe de produção: Aleandria Correia | Camila Farias de Mello e Silva | Daniel Tulipeno | Eric Romano Celuque | Laís Carvalho Alves Ricci | Taluana Maron | Uli Souza

Aos Maquiadores, hair- e dreadmaker: Alexandre Santos | Leide Domicilia Tavares | Daniel Tulipeno | Duda Campos | Fabrício Romano Celuque | Ivna Esteves | Mila Brandão | Uli Souza

À equipe realizadora: Ana Paula Frantz | Urbano Matos

Ao Marketing Digital e Imprensa: Tatyanna Hayne

Aos apoiadores: Ana Benedito | Aline Palmeira | Bergmark Neri | Be Flower By Bonnie | Brandão Decorações | Cristina Moitinho | Cesar Leite | Fabiano Mehmeri | Fátima Maia Ribeiro | Itana Matos | Jeane Marilá | José Antônio Saja | Lila Martins | Liliane Alcântara Almeida | Maria Medeiros | Marcus Vinícius Souza Santos | Palacete das Artes | Rosinha Levita | Sandra Marques | Silent Disco - SD.Ventura | Trinca Vestuário Fight & Fitness | Galeria ALMA | Objetiva Fotofilme | P55 Edição

Aos patrocinadores: A Arte Como Ferramenta de Inclusão | Salvador Shopping

Ana Vitória Maia Fonsêca

Salvador, BA

Ficha técnica Exposição fotográfica - Femina Aurea

Idealização, concepção e direção geral: Ana Vitória Maia Fonsêca | Fotográfos: Dione Tonheiro, Fábio Bouzas, Flávia Cirne, Homero Carrasco, Marcelo Veras e Ricardo Sena | Curadoria: Ricardo Sena

11h – Intervenção Bricante Vem Brincar Também! [Teatro Infantil] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Teatro Infantil

"Vem Brincar Também!" é uma ação performática de brincadeiras tradicionais apresentada de forma interativa pelo Ponto de Cultura Ritmos do Coração que atua na promoção de inclusão e acesso no âmbito da cultura da infância. A atividade, na versão online, consiste em propor de maneira criativa brincadeiras diversas, em formatos acessíveis, visando estimular a participação das crianças com e sem deficiência e incentivar, de forma lúdica e sensível, através de brincadeiras cantadas, versos, adivinhas, parlendas, o gosto pela nossa cultura e tradições populares, além do respeito e valorização da diversidade.

As atividades são conduzidas pela Trupe Brincante Ritmos do Coração e tem início com a música: Vem Brincar Também! ensinando as crianças os sinais em Libras que representam essas três palavras, convidando a todos para entrar na brincadeira e participarem da diversão, cada um na sua casa. As crianças necessitam brincar mais e conviver mais. Queremos contribuir na vida cotidiana das crianças, por meio de brincadeiras e brinquedos populares, revitalizando e transmitindo a vasta herança de saberes e fazeres deixada por nossos antepassados.

As manifestações e processos culturais e artísticos, sejam eles infantis e/ou dedicadas às crianças, são importantes e essenciais vias de interpretação, significação e entendimento do mundo, por isso, a Intervenção Vem Brincar Também! busca manter as brincadeiras tradicionais vivas e pulsantes oferecendo as crianças oportunidades para agirem no mundo com liberdade e alegria.

Atores

Alexsander Pereira Cabral

Atua na Trupe Brincante Ritmos do Coração (2020). Realizou performances nos eventos Sarau para Todos organizado, pela Ritmos, na Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura (2016/2018) e nas ações artísticas organizadas pela Ritmos durante o evento Virada Inclusiva, no Parque da Juventude/SP (2017). Participou como convidado da Live Intervenção Brincante (Setembro/2020). Formado em Desenho, cursa o 4º semestre do Curso de Moda da UNISA.

Francisco Alberto Pereira

Atua na Trupe Brincante Ritmos do Coração (2020). Participou como convidado da Live Intervenção Brincante (Novembro/2020). Músico e professor de musicalização e instrumentos de corda/percussão. Atua como coordenador musical do Coral do Cadevip e integrante dos Corais Benjamin Constant (RJ), União dos Cegos do Brasil e Adeva. Direção e coordenação de bandas no Instituto Benjamin Constant e União dos Cegos do Brasil.

Camilla Harumi Asanuma

DJ, formada em Gestão de Eventos. Concluiu a formação livre no brincar inclusivo, promovida pela Ritmos (2018). Atua na Trupe Brincante Ritmos do Coração tendo participado das ações realizadas no Parque Ibirapuera (2018), Sesc 24 de Maio (2019), Sesc Guarulhos (2020). Participou como convidada da Live Intervenção Brincante (Dezembro/2020).

Daniel Chusyd

Atua na Trupe Brincante Ritmos do Coração (2020). Concluiu a formação livre no brincar inclusivo, promovida pela Ritmos (2018). Realizou performance artística como o palhaço Tchubilabilonga no evento Sarau para Todos, organizado pela Ritmos, na Casa das Rosas-Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura (2018). E nas intervenções Vem Brincar Também! realizadas no Parque Ibirapuera (2018), Sesc 24 de Maio (2019). Participou como convidada da Live Intervenção Brincante (Outubro/2020).

Isabele Fowler Troyano

Produtora cultural, psicóloga, atua como mediadora cultural na Ritmos, desde 2011. Em 2016 passou a integrar a Trupe Brincante Ritmos do Coração realizando atividades lúdicas em instituições educacionais e assistenciais, parques, Sesc e Intervenção Brincante versão online.

Gisele Aparecida Rosa

Tradutora intérprete de Libras, atua em eventos culturais em parceria com a Ritmos desde 2018. Integra a Trupe Brincante Ritmos do Coração tendo participado das ações realizadas no Sesc 24 de Maio (2019) e Sesc Guarulhos (2020). Participou das Lives Intervenção Brincante (Set/Out/Nov/Dez/2020).

Bruna Silva Ferreira

Atua na Trupe Brincante Ritmos do Coração (2020). Participa dos programas culturais oferecidos pela Ritmos, desde 2009. Possui uma vocação inata para as artes, com particular interesse na linguagem musical.

Viviane Rose Fowler

Produtora cultural, jornalista, musicoterapeuta, gestora da OSC e Ponto de Cultura Ritmos do Coração, desenvolve pesquisas relacionadas a mediação cultural acessível, cultura popular e cultura da infância implementando ações voltadas ao brincar inclusivo por meio do resgate das brincadeiras de tradição popular. Mestranda em Comunicação Acessível pelo Instituto Politécnico de Leiria.

Ficha Técnica

OSC e Ponto de Cultura Ritmos do Coração

Intervenção Brincante VEM BRINCAR TAMBÉM!

Roteiro: Viviane Fowler

Produção: Ritmos do Coração

Atores: Alexsander Cabral, Beto Pereira, Bruna Ferreira, Camilla Harumi, Daniel Chusyd, Gisele Rosa, Isabele Troyano e Viviane Fowler

15h – Olhares de Sampa - Talento Amador [Exposição] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Exposição

Gabriel Facchini, de 23 anos, é fotógrafo e tem Síndrome de Down. Seu trabalho é uma coletânea de fotos variadas de cenas do cotidiano, registros de paisagens, pessoas, objetos, monumentos históricos e a arquitetura da nossa cidade, capturando a poesia de Sampa em cada um dos detalhes que ele registra.

17h – Lembranças de Perla em Auschwitz [Teatro] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Teatro

Lembranças da Perla em Auschwitz, conta a história A "Trupe Liliput", família de sete anões (pessoas com nanismo) judeus que se apresentaram por toda a Europa Central como músicos, cantores, e comediantes. Em 1944, todos eles foram deportados para Auschwitz-Birkenau com outros membros da família. Serviram de cobaia humana para os experimentos do Dr. Mengele, que pesquisava os mistérios da genética. E apesar de inúmeros experimentos médicos, conseguiram sobreviver. Quem narra a história é Perla, a única sobrevivente que viveu para contar esta história de dor e superação, em forma de palestra ia a escolas para relatar este episódio triste da humanidade para crianças e jovens em forma de alerta para que o mundo não se esquecesse e repetisse este holocausto.

Sobre o projeto:

O Projeto Multimídia Sinais, começou com as atividades oficialmente em 2002 realizando performances, oficinas de arte para pessoas com e sem deficiência. Em 2003, o projeto realizou gratuitamente oficinas de vídeo, teatro, percussão corporal, figurino, dança indiana e de salão, com o apoio da Secretaria do Estado da Cultura – Departamento Talentos Especiais para a realização das oficinas.

Em 2004 foi contemplado com o Programa para Valorização de Iniciativas Culturais - VAI, da Prefeitura - Secretaria Municipal da Cultura de São Paulo, que foi co-patrocinador do espetáculo teatral: “Sinais de um Sonho”, tendo o elenco constituído por performers surdas e “pequenas”.

Em 2005 realizou o espetáculo multimídia “Dr.Caligari” criado a partir da livre adaptação do clássico expressionista alemão “O Gabinete do Dr.Caligari” que gerou apresentações especiais nos dias 13 e 14 de junho de 2005, na Oficina Cultural Oswald de Andrade e em dezembro participou do evento “Acesso Livre” na Galeria Olido.

*Histórico da Mostra “Diversidade nas Artes – Três edições O projeto teve a sua primeira edição quando foi contemplado pelo “Prêmio Interações Estéticas FUNARTE 2009”, realizado no Teatro Commune em São Paulo e com a participação internacional do espetáculo “Tutti non ci sono” diretor italiano Dario D’Ambrosi do Teatro Patologico Roma , apresentado no Sesc Consolação e o pocket fashion show “A Moda está em baixa -pela democracia dos corpos” tema Cabaré, com mulheres com nanismo, grande sucesso de público e mídia.

O Projeto Multimídia Sinais, realizou três edições da Mostra Diversidade nas Artes, em SP e RJ. Em 2014, a Mostra Diversidade nas Artes, aconteceu no RJ no Teatro Laura Alvim, Ipanema em novembro de 2014, com leitura dramática do texto “Lembranças da Perla em Auschwitz” com a atriz com nanismo Ana Oliveira e Mentes Mentem? fruto de uma parceria com o Teatro Patologico de Roma do renomado diretor italiano Dario D’Ambrosi. Na edição especial RIO 2016, a Mostra foi convidada a fazer parte do calendário Olímpico, Cidade Olímpica da Secretaria Municipal de Cultura Rio de Janeiro. Na programação foi apresentado o desfile inclusivo performático “A Moda está em baixa- pela democracia dos corpos” realizado no OI FUTURO FLAMENGO, no dia 12 de setembro, o espetáculo inédito “Deuses máquina ParaOlímpicos”, apresentado nos dias 15,16 e 17 de setembro na Biblioteca Parque Estadual, a performance de dança Tela sobre corpo de Marcos Abranches e oficinas inclusivas de dança e performance.

19h – Billy Saga [Música] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Música

Com uma trajetória de duas décadas de dedicação ao rap, Billy Saga atualmente pode ser considerado um dos mais autênticos e combativos rappers a abordar, nas entrelinhas de músicas com temas variados, o direito das pessoas com deficiência. O rap de Billy Saga é uma verdadeira bandeira hasteada à resistência, capaz de sensibilizar e provocar uma espécie de consciência coletiva acerca da fundamental reflexão sobre o dever de combate à exclusão social, historicamente ressaltada pelo racismo, preconceito e violência às minorias desfavorecidas. Billy Saga já realizou mais de 150 apresentações de Teatro na Oficina dos Menestréis, organizou 27 eventos socioculturais em militância pelo direito das pessoas com deficiência em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre no Brasil e Santa Fé e San Justo na Argentina e é tri-campeão da Batalha Racional de Freestyle. Possui 2 álbuns com músicas autorais, " Me jogue aos lobos e eu volto comandando a matilha" - 2012, e "As ruas estão olhando" - 2016. Além de diversas participações em coletâneas de rap . Billy Saga também conduz o projeto BR2UK, idealizado por ele e pelo Dj britânico Mudfoot Blaps – o projeto articula MC’s brasileiros com DJ’s britânicos e MC’s britânicos com DJ’s brasileiros para criações colaborativas. Lançaram em 2016 um EP com participações dos MCs brasileiros Bino, Josbi e Billy Saga e do Dj Lotto atuando em parceria com MCs e DJs britânicos.

08/Dez, Ter

10h – Barca da Fé [Exposição] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Exposição

Exposição fotográfica virtual: “Barca da Fé”

Autoria: Fabrício Tadeu e Kica de Castro

A fisioterapeuta Paula Ferrari é devota de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil, desde sua infância. Hoje com 36 anos, colocou em prática um antigo desejo de fazer o Caminho da Fé.

Em 2012 teve uma infecção medular que a fez ser usuária de cadeira de rodas para longas distâncias.

Não pensem que a cadeira de rodas acabou com esse sonho de fazer o incrível Caminho da Fé.

No ano de 2018 tomou a decisão para realizar esse sonho, mudança alimentar e muita atividade física para realizar o caminho de 318 quilômetros, saindo de Águas da Prata (SP) com destino ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida do Norte (SP).

Esse sonho não seria possível sem parceiros e uma boa equipe, composta inicialmente por onze empresas parceiras, dez ciclistas, um motorista como carro de apoio e uma fotógrafa.

Finalmente, em agosto de 2019, esse sonhou começou a ser realizado, foram nove dias marcados pela chuva, frio, desapego material, obstáculos, desafios, espírito de equipe, solidariedade, boa música, lindas paisagens, longos bates papos, choros, risadas, muita fé e no final a formação de uma grande família que recebeu o nome carinhoso de Barca de Noé.

“Um sonho que você sonha sozinho é apenas um sonho. Um sonho que você sonha em conjunto é realidade”. (Yoko Ono)

Essa aventura foi toda registrada pelas objetivas artísticas dos fotógrafos: Fabrício Tadeu e Kica de Castro. Concretização de um sonho, resumido em uma exposição fotográfica virtual de nome “Barca da Fé”, composta por 26 imagens .

Os fotógrafos:

- Fabrício Tadeu Barbosa da Silva, 28 anos, nascido em Paraisópolis, Minas Gerais. Começou a fotografar em 2014. Foi apelidado pela Barca como “São Longuinho”.

- Kica de Castro, 43 anos, nascida em São Caetano do Sul, São Paulo. Começou a fotografar profissionalmente em 2000 e no ano de 2007 abriu uma agência de modelos exclusiva para profissionais com alguma deficiência. Ganhou o apelido de “Capivara” dos integrantes dessa família.

11h – Menina Pássara na Gaiola [Teatro] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Teatro

Inspiradas no livro “O grito da gaivota” da escritora surda francesa Emmanuelle Laborit, o grupo êBA criou esta aventura, onde som e silêncio dialogam para a construção de um momento lúdico, cheio de brincadeiras, sons e recursos visuais para quem ouve com os ouvidos e com os olhos também. O espetáculo, narrado em português e Língua Brasileira de Sinais (Libras) e protagonizado por uma artista surda, já foi apresentado em eventos como Virada Cultural Paulista, Sesc Paraty/RJ, Parque Vicentina Aranha – São José dos Campos-SP, Sesc Consolação-SP, Semana Sinais da Arte – MAM/SP, Museu Felícia Leirner – Campos do Jordão, entre outros espaços culturais, para públicos diversos.

Sobre o grupo

Surgiu em São Paulo, no início de 2012, a partir da intersecção entre diversos interesses: a contação de histórias, as brincadeiras infantis, a cultura popular e a cultura Surda. Foi com estas quatro bases que o grupo passou a desenvolver técnicas de narração que pudessem unir o público surdo e o ouvinte num mesmo universo lúdico e interativo – o que também se desenrolou em oficinas, cursos, formação de educadores e intervenções culturais. O grupo é formado por artistas surdas e ouvintes.

15h – Bella Performance [Dança] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Dança

1 ATO – POESIA: A DANÇA QUE CURA com Isete Najla

Autora: Isete Najla

2 ATO – DANÇA ISETE NAJLA

Apresentação - A DANÇA QUE CURA - Parte I

Música Sahra Saeeda

Músicos Mahmoud Abou Sair / Ashraf Zakaria

3 ATO – DANÇA LEDA MARIA

Música: Arco-íris

Composição: Zizi Possi

4 ATO – DANÇA FIAMA

Música: Mulher Rendeira

Composição: Fúria Gitana

5 ATO DANÇA ISETE NAJLA

Apresentação - A DANÇA QUE CURA - Parte II

Música Baladi

Músico Armem Kusikian (2013)

6 ATO POESIA – FIAMA RECITA / LEDA DANÇA

Autora: Leda Maria Tronco

POESIA: DIREITO

7 ATO DANÇA LEDA MARIA

Música: Tente outra vez de Raul Seixas

Composição: Paulo Coelho / Marcelo Motta / Raul Seixas

8 ATO DANÇA FIAMA

Música 2: El Verano - Gipsy Kings (também encontrada com o grupo Chico & the Gipsy, do mesmo vocalista)

ENCERRAMENTO (TODAS DANÇAM JUNTAS)

Música Bandolins

Autor: Oswaldo Montenegro

Isete Najla, coreógrafa e professora de dança do ventre. Apresenta no primeiro número, a leitura de um poema de sua autoria. Em seguida dança uma música de rotina clássica oriental. Definição de rotina clássica oriental: é utilizada para indicar qualquer música que não pertença às tradições folclóricas e populares. Dentre as ramificações da música árabe, está a música clássica oriental. Geralmente composta por grandes orquestras, a percussão marca os ritmos e faz alguns floreios, enquanto os instrumentos melódicos produzem a melodia.

Leda Maria Tronco, bailarina desde 2006. De 2014 até março ďe 2019, foi bailarina da Cia De Rodas para o Ar. Onde participou de vários eventos artísticos da cidade de São Paulo. Atualmente é bailarina do Espetáculo Livre.

Fiama, apresenta Dança Cigana Artística, onde os elementos da natureza se fazem presentes por meio das vestimentas e acessórios. Uma dança onde a liberdade e a sensibilidade está em cada movimento. Presente no mundo todo a Dança Cigana representa a expressão cultural de cada país. Fiama traz no giro de sua saia o encanto e alegria da Dança Cigana. E convida você a sentir essa emoção. Estuda a Dança Cigana Artística desde 2017. Em 2019 começou a ministrar aulas de dança para pessoas com Deficiência Visual. Já participou de vários eventos em apresentações solo e em grupo. Acredita que a Dança Cigana promove o empoderamento e busca levar essa dança para as pessoas com Deficiência Visual.

17h – João Paulo de Lima - Talento Amador [Teatro] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Teatro

João Paulo Lima, 27, anos, é formado em teatro pelo Studio Beto Silveira, começou a atuar aos 15 anos sobre a influência doa ator e diretor Marcello Airoldi. Aqui ele faz um monólogo onde interpreta: A vida é sonho -Pedro Calderón de La Barca. Tem paralisia cerebral.

19h – Tião, Meu Glorioso Café [Teatro] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Teatro

O trabalho, Tião Meu Glorioso Café, é um monólogo, autobiográfico, onde atráves de duas cenas, Arthur Baldin fala sobre a sua vida em decorrencia de sua anóxia no parto. Na primeira cena Arthur aborda o seu nascimento e todo o drama de seus pais no dia do parto. Por um erro médico, Arthur teve uma falta de oxigênio ao nascer, proporcionando uma Anóxia em seu parto. Na segunda cena, Arthur fala um pouco de sua relção com o Tião, seu melhor amigo. Nascido em uma família na qual o café é uma espécie de cultura cultivado por todos, desde cedo acostumou-se a degustar a bebida. Mas, como o café é quente, muitas vezes sua relação com a bebida causa alguns acidentes. O café cai no colo, no chão, nos outros. Como tomar café diante das meninas? Na peça, o café é chamado de Tião, e Tião é o melhor amigo de Arthur. Como ele lida com os problemas que o seu melhor amigo lhe traz?

Sobre o projeto

Este trabalho é um monólogo autobiográfico, não esta atrelado a nenhum grupo. No entanto sua criação foi feita concomitantemente com o projeto de mestrado do Arthur, onde ele estuda o corpo deficiente Estigmatizado na Grande Mídia e Desestigmatizado nas Artes, no curso de Comuninicação e Semiótica da PUC-SP, com orientação de Helna Katz e co-orientado por Ana Laura Schieliman. Este projeto já foi apresentado na Semana de Direitos Humanos, da cidade de São Paulo em 2018, na PUC-SP, na aula de Inclusão e Empregabilidade no ano de 2019 e 2020, no IBMEC, na semana de Inclusão e no Senac Penha, em Setembro de 2019.

09/Dez, Qua

11h – Juca na Garagem [Teatro] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Teatro

Um projeto itinerante que usa como base de transporte e fonte de histórias um tradicional fusca branco de 1978. Dentre as diversas coisas que traz das viagens tem livros e brinquedos que contagiam crianças e adultos de todas as idades, surdos, ouvintes e curiosos. O espetáculo bilíngue (português e Libras), realizado pelo grupo êBA! (formado por ouvintes e a atriz surda Catharine Moreira), traz no repertório histórias autorais, que buscam mostrar um pouco da realidade da cultura surda, contribuindo para sensibilizar o público em relação à Língua de Sinais. Desde sua criação, em 2017, o projeto já percorreu por diversos lugares do estado de São Paulo. Em sua primeira incursão, realizada com apoio do Programa VAI, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, Joaquim passou por bibliotecas municipais das regiões periféricas da capital paulista, além de visitar Escolas Municipais Bilíngues para Surdos (EMEBS). Já na sua segunda aventura, em 2018, o projeto teve apoio do Programa Rumos Itaú Cultural, que viabilizou sua circulação por 12 cidades do estado, nas regiões Metropolitana, Vale do Paraíba, Litoral Sul e Norte, sempre levando consigo um pouquinho das histórias desses lugares. A ideia é que Juca siga na estrada (ou na garagem) colhendo e compartilhando histórias, dando visibilidade à cultura surda e levando muita alegria aos espectadores de todas as idades.

O grupo

O gRUPO êBA! surgiu no início de 2012 a partir da intersecção entre diversos interesses: a contação de histórias, as brincadeiras infantis, a cultura popular e a cultura Surda. Foi com estas quatro bases que desenvolveu técnicas de narração que pudessem unir o público surdo e o ouvinte num mesmo universo lúdico e interativo – o que também se desenrolou em oficinas, formação de educadores e intervenções culturais. Desde então o grupo já se apresentou em diversos centros culturais, bibliotecas e eventos literários do estado de São Paulo e também no Rio de Janeiro, Ceará e Pernambuco.

15h – Kiwa Matamba [Teatro] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Teatro

Utilizando os saberes e valores da cosmovisão Africana Bantu, convidamos para uma reflexão sobre o confinamento social e o impacto sob os grupos minoritários e vulneráveis. A visão de mundo Africana Bantu acredita em uma sociedade construída a partir da equidade de gênero, politicamente circular, que respeita a diversidade e tudo que contém a vida como sagrada , sob a ótica de olhar sustentável. No Panteão Africano, as divindades femininas estão relacionadas com a manutenção da vida, da fertilidade e continuidade . Mamet’u Matamba, representa o vento, que tem o efeito de polinizar, levando para longe com seus sopros, o vírus, que atormenta o planeta terra. Sobre o vírus, é inevitável não perceber o sistema cruel que a sociedade impõe aqueles que vivem as “Margens”, estes, há séculos, escravizados, invisibilizados e sem acesso. O COVID-19 , trouxe a luz a escassez em nosso país tropical e de belezas naturais. Não temos saneamento básico, sabão, e nem vergonha na cara de confinar pessoas com deficiência, sem acessibilidade, e em um ciclo eterno. Negros tem suas entradas negadas em locais de ascensão social sendo tratados com indiferença. Mulheres negras, historicamente arrimo de família, são condenadas a miséria, tendo os menores salários do mercado. Sem acessibilidade para a educação, informação, saúde e vida digna . Nossa performance tem como protagonistas, estas pessoas. Somos uma equipe composta por mulheres, negras, com e sem deficiência e Jovens (feminino e masculino) negros que sabem na pele o que é ser vítima da violência. Usamos poesias autorais, diálogos, cânticos, e toques de tambores que relatam, essas resistências e resiliências. O COVID-19 uma hora vai passar, mas NADA, ABSOLUTAMENTE NADA, vai ser como antes!

Na performance-manifesto de 40 minutos, 20 min para perfomance e 20 min para bate-papo, “KIWA MATAMBA, temos como performance a atriz Mona Rikumbi, no tambor temos seu filho Ariel Martins, na Libras Poética, a intérprete Eli Jesus e na Produção Deborah Janini. Cada um da sua casa, em meio a pandemia a arte como meio de sobrevivência e resistência nas margens da Cultura e da Sociedade. Calar não é mais uma opção, onde a luta pela arte com acessibilidade ganha espaço no projeto, através da áudio-narração da própria Mona, que trás a imagem em forma de canto e palavras para as pessoas com algum tipo de deficiência visual e dos tambores de Ariel que comunicam e chamam a todos a participar do movimento anti-racista, e a relação com os valores das raízes Africanas. Eli evoca a língua mãe dos surdos sob a detalhada Gestão Cultural com o foco no acesso de Deborah.

Sobre o projeto

Mona e Deborah fazem parte do Coletivo Mobilização Artística, que atua na cidade de São Paulo, desde 2018, viabilizando e estimulando diversas manifestações culturais de artistas com deficiência. É formado por artistas com deficiência, profissionais e amadores, com atuação independente e/ou vinculados a grupos e coletivos, de diversas regiões da Cidade, formando assim, uma grande rede de trabalho de propósitos comuns. Mona Rikumbi, tem 49 anos, e mora no bairro de Americanópolis, periferia da zona sul de São Paulo. A atriz ativista e bailarina foi a primeira mulher negra que, sobre uma cadeira de rodas, dançou no palco do Theatro Municipal de São Paulo, em 2017. Quando adolescente, deu aula de dança afro para vitimas de violência doméstica. Aos 30, foi diagnosticada com neuromielite óptica. Seu feito inspirou o documentário Mona – A Luta da Mulher Negra com Deficiência o Brasil, dirigido por Lucca Messer. Ela se lembra quando os médicos, há quase 10 anos, lhes deram pouco tempo de vida: “Se a morte é isso, estou de boa”, diz rindo.

17h – Dudé e a Máfia [Música] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Música

Dudé e A Máfia nasceu em 2013 a partir da necessidade de se fazer música. Iniciou suas atividades como banda autoral no início de 2014. Apesar da sua breve existência, já conquistou fãs fiéis dentro do cenário Rock And Roll paulistano. Lançou em 2015 o EP 'Dudé e a Máfia'

Banda formada no final de 2013 por amigos fãs do Blues e do Hard Rock dos anos 70 e 80, Dudé e A Máfia iniciou suas atividades como banda autoral no início de 2014. Desde muito jovens, os integrantes da banda idolatravam as feras do Rock dos anos 70 e 80. Mais tarde, todos perceberam o poder que a música tinha em se transformar no foco narrativo das suas vidas. Formada por músicos que também possuem experiência com produções musicais e artísticas, os integrantes da Dudé e a Máfia também assinam as gravações e a direção do seu segundo clipe intitulado ”Péssima Reputação” e os seguintes. Apesar da sua breve existência, já conquistou fãs fiéis dentro do cenário Rock And Roll paulistano e lançará seu primeiro cd em breve. A banda é formada por: Ed Navarrette – Guitarra e backing vocal Lennon Fernandes – Baixo Sérgio Navarrette – Bateria e Backing Vocal Luiz Cazati – Guitarra Leandro Voinschi Lantin – teclado Dudé – Vocalista

Breve Currículo dos Integrantes:

  • Ed Navarrett: Arranjador e produtor; é Músico desde 1987.
  • Lennon Fernandes: Músico multi-instrumentista, domina a guitarra, a bateria e o teclado com maestria. Tocou nas com bandas, “Os Skywalkers”, “Tomada” e “Baleia Mutante”. Dudé e A Máfia nasceu em 2013 a partir da necessidade de se fazer música. Iniciou suas atividades como banda autoral no início de 2014. Apesar da sua breve existência, já conquistou fãs fiéis dentro do cenário Rock And Roll paulistano. Lançou em 2015 o EP 'Dudé e a Máfia'.
  • Sérgio Navarrette: Músico, Compositor, Arranjador e Assistente de Produção Musical. Baterista e Cantor, é músico autônomo desde 1987. Integrou diversas bandas paulistanas atuantes nas principais casas do circuito Rock de São Paulo.
  • Luiz Cazati: Guitarrista e Violonista profissional há 13 anos, natural de São Paulo já atuou em diversas bandas de rock, mpb e jazz( grupos como Vigna Vulgaris, Adrenochrome, Route 78, Rockdelia).
  • Leandro Voinschi Lantin Nascido em 81 é multi-instrumentista, tendo como seu instrumento principal o teclado. Aos 10 anos de idade começou a tocar piano. Já passou por bandas como Aurora Boreal, Casa do Rock, The Suman Brothers, Os Tenórios e Dark Side.
  • Dudé: Começou a fazer parte de variadas bandas no início de 1989. Teve Nando Fernandes como seu Orientador Vocal de 1994 a 2000. Começou a lecionar aulas de Canto Popular em 1999, atividade que exerce até hoje. A banda já fez shows nas mais tradicionais casas de Rock de São Paulo, como o Manifesto, Gillan’s Inn, entre outras. Em 2015 Participou da Virada Inclusiva, organizado pela Secretaria Estadual da Pessoa com Deficiência abrindo o show do músico Chico César no Memorial Da América Latina. Em 2016 Dudé Produziu o festival “Ressurreição Do Rock”, no teatro Ressurreição, além de shows da banda no teatro Sérgio Cardoso e Av.Paulista. Em 2017 Participaram ao vivo no programa Showlivre, além de atuações nas rádios MKK Radio Web e Stay Rock Brazil Radio Web. Em 2018 foram atrações musicais da Virada Cultural, na Pça da República, e da Caminhada Inclusiva, no Parque do Ibirapuera. Links para o trabalho da banda: Facebook: - https://www.facebook.com/dudeeamafia/ Música “Degustadores profissionais de cevada”, no programa Showlivre - https://www.youtube.com/watch?v=-tDW05fPtpo

Videoclipe da música “Batom Blues” - https://www.youtube.com/watch?v=V_OkQulpR94

19h – O Subnormal [Teatro] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Teatro

A Comédia Documental narra a trajetória do ator Cleber Tolini que, aos 24 anos após uma neurocirurgia tem seu nervo ótico afetado, passou a enxergar 20% (Baixa Visão ou Visão Subnormal).

Sobre a peça

Estreou em julho/18 no Espaço Parlapatões em SP e já se apresentou em diversas instituições como Sesi, Sesc, Senac, Congressos de Oftalmologia, Instituto Laramara, Museu do Amanhã/RJ, APAE de Bauru, Temporada no Teatro Cândido Mendes no Rio de Janeiro, Festival de Verão Ipatinga, Festival de Mairiporã (Prêmios de Melhor Direção e Melhor Espetáculo escolhido pelo Júri Popular, Festival Sem Barreiras e X Festival Internacional de Monólogos Don Ivan Garcia em NY.

10/Dez, Qui

10h – Monólogo Tato Amorim [Teatro] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Teatro

Tato Amorim, 18 anos, é artista e pessoa com deficiência. Ingressou no ramo artístico a partir do ano de 2011, desde então segue sua caminhada. Em 2018 fez parte do espetáculo teatral ‘3 Cantos para Um só Tempo e Um só Lugar’ sob direção de Cássio Castelan pela Fabrica de Cultura do Parque Belém. Em 2019 integrou o ‘Musical João Sem Nome’ de Oswaldo Montenegro pela Oficina dos Menestréis sob direção de Deto Montenegro e ‘O Grande Abismo das Pequenas Coisas’ pela Fábrica de Cultura do Parque Belém sob direção de Solange Dias.

11h – Vida de Circo [Circo] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Circo

“Vida de Circo” é um espetáculo que une três grandes artes: o circo, a dança e o teatro. Dez artistas em cena com e sem deficiência que atuam juntos há 10 anos. Com uma linguagem poética e contemporânea, os artistas circenses e bailarinos contam a história da cigana Laura e sua trupe que vivem em uma lona de circo . Laura fala do cotidiano do circo como lavar roupa , as viagens , os imprevistos , através de números de acrobacias de solo e aéreos, sketes de clown , coreografias de dança contemporânea e dança de salão . Um espetáculo lúdico e colorido para todas as idades.

A trupe Circodança já participou de vários Festivais Nacionais e Internacionais de Circo no Brasil e no Exterior como Festival Paulista de Circo , Festival Internacional de Circo de SP , Festival Ispiai em Poconè no Pantanal , Festival de Circo de Santa Maria no Rio Grande do Sul , Gala Circo de São Paulo e o Festival Fusion em Madrid-Espanha . Em 2018 ganhou o 1 º Prêmio Arte Inclusão pela Secretaria da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo com o Espetáculo Vida de Circo .

Ficha Técnica:

Produção: Suzie Bianchi

Direção e Roteiro: Carlos Amorim

Coreógrafos : Alberto Garcia , Flavio Santos da Silva , Wilson Helvécio e Suzie Bianchi

Elenco: Alberto Garcia, Wilson Helvecio, Flavio Santos da Silva , Rafael Barbosa , Paloma Nogueira Fonseca , Melina Gomes Mesquita , Juliana Daibert Padula , Suzie Bianchi , André Schulle, Deividi Pinheiro.

Assistente de Palco: Luciana Diniz

Som e Projeção: Veri Ravizza e Samir ElShaer

Iluminação: Ari Buccione e Sylvie Laila

Fotógrafo: Paulo Barbuto

15h – Corixo de Móquem [Literatura] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Literatura

Através da leitura dramática do texto CORIXO DO MOQUÉM, do autor Sidney Tobias, o espectador tem a oportunidade de embarcar numa viagem pelas lindas paisagens descritas poeticamente pelo autor e com riqueza de detalhes, enquanto é envolvido por uma linda história de amor de Pedro e Nana.

O autor:

Sidney Tobias de Souza, é cego, tem 54 anos, é graduado em administração de empresas. Atua como analista de sistemas da Prodam SP há 32 anos. Consultor em acessibilidade digital e comunicação inclusiva da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência.

Os atores:

Geraldo Ferreira

Ator – PSD, atuou em mais de 40 espetáculos teatrais.

Há 15 anos participa da Cia Teatral Olhos de Dentro – um exercício de inclusão como ator e colaborador voluntário, ministrando aulas de expressão corporal.

Nina Mancin

Atriz, pedagoga, psicopedagoga, arte educadora, produtora e diretora teatral

Há 18 anos dirige, ministra aulas e produz espetáculos na “Cia Teatral Olhos de Dentro” – um exercício de inclusão como voluntária, um projeto que visa a inclusão de pessoas com deficiência. Atuou em vários espetáculos infantis, protagonizou espetáculos adultos, participou de mais de 35 montagens teatrais incluindo monólogos e teatro de rua, dirigiu mais de 30 espetáculos teatrais, além de dirigir diversos programas de TV no Canal aberto; participou de vários curtas metragens, comerciais de TV, minisséries, institucionais e longa metragens. Premiada como melhor atriz no Festival de Monólogos e indicada como melhor atriz prêmio APETESP (adulto) e Coca Cola (infantil). Seus últimos trabalhos como atriz no teatro foram os espetáculos adultos: “Assalto Alto” - 03 anos em cartaz e Anne Sullivan e Helen Keller, onde interpretava Helen, personagem, surda e cega com a Cia internacional Art Vive, com apresentações no Brasil e Europa. Atua como arte educadora na Universidade Metodista nos projetos : Inclusão para Pessoas com deficiência e Terceira Idade no Teatro.

SITE: https://ninamancin.wordpress.com

17h – Mulheres em cena [Roda de Conversa] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Roda de Conversa

O espaço ocupado pelas mulheres na sociedade, sempre foi o de servir, nunca o de ser servida ou de protagonista. E é nesse sentido, que nossa roda de conversa “Mulheres em Cena” vem trazer à tona as mulheres como protagonistas de suas histórias e de suas conquistas, como um ser plural. Com suas nuances, fora de suas “caixas”, padrões e principalmente encontrando o valor a toda diversidade da mulher com suas deficiências.

Sobre o grupo:

A formação do Coletivo se deu a partir da recorrente precarização do trabalho profissional de artistas com deficiência, que não costumam receber incentivo e recursos para suas criações. Um grupo composto de pessoas, com e sem deficiência, de diversas regiões da Cidade, com atuação nas artes e na cultura, deu início, em fevereiro do ano de 2018, ao questionamento e a reivindicação de direitos, supostamente já garantidos, relacionados ao cumprimento do dever do estado para com a acessibilidade cultural e a autonomia do público com deficiência na produção e fruição das artes. Com base nas pautas discutidas em diversas reuniões, o Coletivo foi constituído no intuito de fortalecer a luta incansável em favor dos direitos sociais e, principalmente, em defesa do reconhecimento e valorização da produção artística e cultural dos artistas e grupos artísticos formados por pessoas que a despeito de seu talento, costumam ficar à margem do setor produtivo, nas mais diversas áreas. Desde o seu início, o Coletivo busca garantir a acessibilidade, a igualdade de oportunidades e ser uma plataforma na qual a voz dos artistas seja ouvida. Entre os seus objetivos, ressaltamos: 1. Iniciar uma rede de troca de informações e mobilização, buscando ações efetivas que possibilitem o atendimento às demandas dos artistas com deficiência, estimulando a criação de acessos, espaços e práticas apropriadas; 2. Investimento na profissionalização - formação e qualificação - das pessoas com deficiência para o reconhecimento da qualidade artística e criativa dentro da diversidade, para que recebam cachês condizentes; 3. Acessibilidade arquitetônica, comunicacional, atitudinal (infraestrutura e equipe técnica qualificada) nos Teatros e Espaços Culturais tornando esses locais aptos para atender as especificidades dos artistas; 4. Legitimação da produção artística para além dos círculos inclusivos, incentivando a difusão profissional de trabalhos de forma a circular em espaços culturais não-segmentados; 5. No que se refere às políticas culturais contribuir para os avanços dos programas direcionados a artistas com deficiência. Em seu primeiro ano de atividades, foi articulado um calendário de ações que pudessem gerar resultados concretos para o segmento. Durante Março, Abril, Maio, Junho e Julho de 2018, meses que antecederam o 1 º Encontro do Coletivo Mobilização Artística, foram realizadas reuniões e pesquisas pautadas em acessibilidade cultural, e outros assuntos de interesse para os artistas com deficiência. Após o 1 º Encontro do Coletivo Mobilização Artística, que aconteceu em agosto de 2018, iniciamos um diálogo consistente com o SESC - Unidade 24 de Maio e, após alguns encontros de alinhamento, formalizamos uma proposta para a realização do Sarau “Arte, Diversidade e Protagonismo”, no mês de dezembro de 2018, em celebração ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. O evento foi muito bem avaliado pelos artistas que tiveram oportunidade de mostrar o seu trabalho ao público, assim como pela equipe de programação do SESC e pelo público uma vez que o evento atendeu aos requisitos de acessibilidade, como o uso de áudio-descrição e tradução/interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais). Após a concretização dessa ação, o Coletivo Mobilização Artística realizou o Workshop “Saber Ensinar”, em janeiro de 2019, desenvolvido pelo arte-educador e gestor de projetos Agner Rebouças, com o objetivo de potencializar talentos, capacitando o desenvolvimento de grupos a encontrar alternativas para as carreiras profissionais, criando aulas e cursos criativos e exclusivos. Dando continuidade, o Coletivo realizou em abril de 2019, outra ação bastante relevante, o Sarau Protagonismo PCD – 1º Intervenção Artística Inclusiva na Zona Leste, que contou com a participação de 08 artistas com deficiência, esse evento também atendeu aos requisitos de acessibilidade, com a tradução/interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais) e contou com a parceria e apoio da Sociedade Amigos de Vila Matilde, Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Sabesp. Com o diálogo com o SESC - Unidade 24 de Maio mantido, o Coletivo teve a oportunidade de apresentar propostas diversificadas que não estivessem vinculadas, exclusivamente, a datas comemorativas. Relacionadas ao tema inclusão, foram encaminhadas propostas para a realização de 10 oficinas e 05 intervenções, contemplando diferentes linguagens de arte e envolvendo, aproximadamente, 40 artistas com deficiência. Dentre elas, foram selecionadas duas oficinas e duas intervenções, todas aconteceram no 2º semestre de 2019: Musilibras - Oficina de percussão para surdos; Brincar Inclusivo - Oficina para crianças com e sem deficiência; Dança de Salão – Intervenção de dança adaptadas; Brincadeiras Tradicionais – Intervenção, em comemoração dia das crianças. Encerrando o ano de 2019, em novembro, o Coletivo Mobilização Artística, representado pelos artistas Mona Rikumbi e Lelo Araújo, realizou uma apresentação no Espaço Cultural Brincando no Pé, localizado na região Sul de São Paulo.

19h – Medea Mina Jeje [Teatro] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Teatro

O poema cênico a seguir constitui-se a partir da fricção entre a narrativa polissêmica da Medea negra da Mina Jeje, escravizada na Vila Rica de Nossa Senhora de Pilar de Ouro Preto, nas Minas Gerais do Brasil século XVIII, e a leitura da tragédia de Eurípides, datada de 431 a.C. Num espaço de cena diminuto e praticamente vazio, concebido como uma instalação, com estrutura que é completada pelos movimentos sutis da luz e pela materialização de elementos sonoros, é o ator quem orquestra a expressividade deste canto de sacrifício e obstinação e esculpe as demais dinâmicas da cena, numa trama que reúne performance e narrativa, canto e dança. A peça busca mover para a candura da cantiga do luto maternal o ardor profundo da resistência das negras e negros adentro dos brasis – como um mar revolto.

MEDEA MINA JEJE, com dramaturgia de Rudinei Borges, direção de Juliana Monteiro e atuação de Kenan Bernardes tem como disparador a jornada mítica de Medeia, do tragediógrafo grego Eurípedes em fricção com alguns dados históricos de negros escravizados nas Minas Gerais no século XVIII. A peça reconstitui a trajetória de uma mulher negra, escravizada na Vila Rica de Nossa Senhora de Pilar de Ouro Preto, que sacrifica o próprio filho a fim de livrá-lo do penoso trabalho nas minas de ouro que moveram a economia do Brasil durante séculos. Estreou dentro do projeto Teatro Mínimo do sesc Ipiranga (2018) e circulouelas cidades de São Carlos, São José dos Campos, Campinas, Londrina, Piracicaba, Jundiaí e Sorocaba. No mesmo ano foi contempado pela 7a. edição do Prêmio Zé Renato e circulou no ano seguinte por diversas regiões da capital paulista.

Sobre o projeto

A OKA surgiu em 2016 pensando questões do mundo contemporâneo – como a culpa judaico-cristã e a ancestralidade africana – e expandindo a percepção do humano por meio da expressão artística. Em 2017 ela participou, em parceria com a dramaturga Dione Carlos e o diretor Wagner Antônio, da Ocupação artística no Teatro Centro da Terra (São Paulo, SP), que resultou na criação de KAIM [um experimento], transcriação a partir do romance Caim, de José Saramago. Em janeiro de 2018 a OKA estreou oficialmente no cenário paulistano dentro do projeto Teatro Mínimo, no Sesc Ipiranga, com Medea Mina Jeje, texto de Rudinei Borges dos Santos e direção de Juliana Monteiro. No mesmo ano foi contemplada com a 7ª. edição do Prêmio Zé Renato da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo com o projeto Circulação Medea Mina Jeje, que levou o espetáculo

11/Dez, Sex

10h – Contação de História em Libras [Teatro Infantil] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Teatro Infantil

Contação de história em Libras inspirada em “Como pegar uma estrela”

Sinopse

Era uma vez um menino que amava as estrelas. Ele queria muito ter uma estrela só para ele. Será que isso é possível?

Ficha Técnica

Contador de história surdo - Danilo Santos

Tradutora e intérprete de Libras - Paula Rosa

Desenvolvimento e produção - Mais Diferenças

Realização - Projeto Brincar

Iniciativa - Fundação Grupo Volkswagen

Parceiros - Mais Diferenças e Secretaria Municipal de Educação de São Paulo

11h – Movimentarte em Cinema Mudo [Dança/Teatro] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Dança/Teatro

O Instituto Movimentarte é uma ong que divulga através de aulas de dança, palestras, eventos e workshops a importância da dança e da arte no desenvolvimento das pessoas. Acredita na força da arte como um novo caminho de transformação social. Tem o objetivo de potencializar o desenvolvimento das pessoas com deficiência e abrir uma ponte para que a sociedade possa se integrar a esse universo, sempre se focando em temas mais amplos como o respeito, a empatia e a resiliência. Através das aulas de dança, acreditamos conseguir um verdadeiro desenvolvimento da pessoa com deficiência, como sua criatividade, habilidade motora, imagem e consciência corporal, desenvolvimento cognitivo, expressividade, entre outras coisas, com esse empoderamento do próprio corpo a pessoa com deficiência passa a ter maior autonomia, gerando assim uma inclusão mais verdadeira e eficiente.

Sobre os artistas:

Leonardo Cortez

Roteirista, dramaturgo, ator, diretor e arte educador (trabalha com educação inclusiva desde 1995), formado em Artes Cênicas pela ECA-USP. Criador e roteirista das séries “Máximo & Confúcio”, TV Cultura/2016, e “Sala dos Professores”, atualmente em filmagem, Cine Brasil TV/2020. Também é roteirista do longa “Vivo Por Dinheiro”, dirigido por Clovis Mello, em processo de filmagem. Como dramaturgo, foi indicado 4 vezes consecutivas ao Prêmio Shell de Melhor Autor, indicado na mesma categoria nos Prêmios APCA, Cooperativa Paulista de Teatro e Aplauso Brasil. "Sala dos Professores" foi apontada pelo UOL como a Melhor Dramaturgia de 2016, recebeu o Prêmio Júri Popular no Site Aplauso Brasil. Tem 4 livros editados: “Trilogia Canalha” Ed. Candombá, “Comédias Urbanas” Ed. Sesi-SP, “Sala dos Professores” e “Pousada Refúgio” Ed. Giostri. Seu texto “Comédias Furiosas”, foi contemplado pelo Prêmio José Renato e foi indicado ao Prêmio de Melhor Dramaturgia no Prêmio Aplauso Brasil.

Flora Bitancourt

Formada em Artes Corporais/Dança pela Universidade Estadual de Campinas- Unicamp é a idealizadora e diretora geral do Instituto Movimentarte, empreendedora social da rede da Red Bull Amaphiko e do Global Shapers, sócia da consultoria de impacto social Impact Beyond e Diretora do Festival internacional de inovação Social no Brasil. É responsável global pelos projetos de autoconhecimento e dança para Red Bull Amaphiko e trabalha em parceria com 4 países, África do Sul, Brasil e Estados Unidos e Inglaterra. Flora se especializou em Dança Movimento Terapia, no ano de 2010 em Lisboa, Portugal e até hoje, desenvolvendo sua pesquisa e ampliando sua metodologia, em parceria com outros pesquisadores e professores do Instituto Movimentarte.Ministrou Workshops no Brasil e em outros países como Argentina, Portugal e Áustria no maior festival de dança do mundo, o Impulstanz.

Inclusão da pessoa com deficiência intelectual:

ONG com a missão de semear através de aulas artísticas, formações, palestras, eventos e workshops a importância da arte no desenvolvimento integral das pessoas.

Realizamos Mobilizações Sociais, e sempre buscamos participar e organizar eventos, por acreditar que o trabalho precisa ser desenvolvido em rede. Promover encontros e ações que tenham como foco o protagonismo e o exercício da cidadania da pessoa com deficiência e a transformação do olhar da sociedade, fomentando reflexões sobre temas como o respeito, o amor, a diversidade, a igualdade, a empatia e a inclusão, de modo que consigamos reduzir, cada vez mais, as diferenças, os pré-julgamentos e preconceitos.

15h – Poéticas de Asfalto [Perfomance] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Teatro

No projeto “Poéticas” temos a junção de duas poetas negras e periféricas. Uma é surda e a outra é ouvinte. Quando dois mundo se encontram, o resultado é a potência da Língua Portuguesa e a Língua Brasileira de Sinais, no que chamamos como ”Beijo de Línguas”, onde nenhuma Língua é melhor do que a outras, elas não se sobrepõem, elas se encaixam! No “palco de casa” a poeta Patrícia Meira canta e declama; ao seu lado a poeta Nayara Silva assume a Libras Poética. Uma utiliza rimas e versos métricos, a outra desenha seus gestos pelo espaço a sua volta, onde a poesia transborda pelo corpo de ambas.

Sobre a dupla

Nayara Silva

Poeta surda, slammer MC,performer e co-fundadora do grupo “RamariaS”. Nascida e criada em Brasília decide mudar para São Paulo em 2014, quando conhece o poeta e educador surdo Edinho, com quem depois se casou e tem um filho. Após 4 anos acompanhando seu esposo em Saraus e Slams de poesia, foi convidada a participar como poeta, e em 2018 foi uma das poetas finalistas do “Slam do Corpo”. Hoje, além de trabalhar como poeta, é contadora de histórias no renomado “Grupo Êba” e faz trabalhos como MC nas apresentações do “Slam do Corpo” que é o primeiro Slam a trabalhar com surdos e ouvintes no Brasil.

Patrícia Meira

Poeta, produtora cultural, slammer, romancista, roteirista, compositora, oficineira, e afro empreendedora. Nascida no interior da Bahia, numa cidade chamada Itajuípe, veio tentar a vida em São Paulo aos 20 anos de idade. Escreve desde criança, mas aos 14 anos destruiu tudo que tinha e só em 2014 voltou a escrever, morou por 4 anos no Rio de Janeiro e foi lá que reatou sua relação com a escrita. Assim que retornou à São Paulo, começou a frequentar o Sarau Movimento Aliança da Praça (MAP) e foi por muito incentivo dos amigos que começou a participar dos slams (campeonato de poesia falada) Em setembro de 2016, participou pela primeira vez de uma edição do Slam da Guilhermina e ganhou. Foi a partir desta competição que ela foi escrevendo sua história nos Slams. Quando escreve, Patrícia faz bastante uso das vírgulas, pois acredita que finalizar um texto com vírgula não é erro de escrita, é a certeza de que sempre há, o que dizer, sentir e viver. Atualmente Patrícia Meira foi vice-campeã do Slam SP- Campeonato Paulista de poesia falada em 2018, grande finalista e destaque do Slam BR- Campeonato brasileiro de poesia falada em 2018, Campeã do campeonato Argentino de poesia falada em 2019, é também autora de 4 livros de poesia: Por amar outra mulher, Resisto, É amor que você quer? Então Toma! Impressões, Manual da Imoralidade e do romance, Emaranhado. Slammaster do Slam DiVersos, Integrando e produtora do Coletivo Alcova, organizadora, MC e performer do Sarau Alcova da Deusa, Slammaster do Slam Juvenil Pira VDC, criadora do selo PIB- Poesia Interna Bruta que publica crianças de 10 a 15 anos, Idealizadora e produtora do Coletivo PIB- POESIA Interna Bruta, produtora do Sarau PIB, diretora e roteirista das web series, NA ALCOVA DA DEUSA, NAMORO A DISTÂNCIA, ATÉ QUE O FIM DA QUARENTENA NOS UNA, ambas em processo de produção.

Telefones: (11)94151-2605/11-97042-7965 – Deborah Janine (produtora)

17h – Alice´s no País Adaptado [Teatro Infantil] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Teatro Infantil

Com nove artistas com deficiência no palco, o público irá se surpreender com a história clássica de Alice no país adaptado, porém temos percorrido por um viés de pais Adaptado onde muitas danças irão acontecer. Uma história com desafios e diferentes Alice'S faz desta história um lugar de protagonismo onde sentar a mesa para um chá faz parte do nosso cotidiano.

Sobre o grupo

O Coletivo de Rodas para o ar trabalha e se preocupa com a arte e acessibilidade junto ao desenvolvimento social, com isso nosso objetivo é integrar pessoas com ou sem deficiência de diversas partes da cidade, apoiando o movimento das artes, em específico a dança na cidade de São Paulo. Temos um histórico representativo na cidade com participações artísticas, workshop e palestras em diversos eventos destinados à inclusão.

Nesta caminhada de aproximadamente quatro anos, participamos de diversas ações na cidade de São Paulo que são: Virada Inclusiva, 204/2015e2016, Aniversário da Lei de Cotas 2015, Jornada da educação Física USP 2016, Diretoria de ensino ZS 2016, Congresso Internacional de Dança 2016, Centro de Tecnologia e Inclusão, 8º Encontro de Tecnologia e Inovação2016, Feira Reatech 2015, Caixa Cultura SP 2015 e 2016, One Billion Rising 2016/2017, MEI escola Infantil 2016, Espaço Cultural Lapa 2014, Praça Roosevelt e Praça Das Artes 2016, I Sampa Ativa 2017, e visitas a museus. Visitas a museus e participações como workshop, apresentações artísticas e palestras em eventos pela cidade, aulas de dança e Consciência Corporal. Exposição do Trabalho Cênico “Liberdade” – Trabalho corporal com elásticos. Data: 05 Outubro a 28 de novembro Memorial da Inclusão - Barra Funda Palestra sobre Inclusão pela Arte e Apresentação Artística – Casa Das Rosas e SESC Carmo / Dezembro 2017.Estréia da Composição Coreográfica “Um Que Somos Nós” – Uma Biografia na 8º Virada Inclusiva – Casa Das Rosas Dez 2017.

19h – Ícaro [Teatro] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Teatro

ÍCARO é um monólogo teatral formado por depoimentos ficcionais de pessoas cadeirantes, construído a partir da visão, experiências e percepções sobre a deficiência do autor e ator Luciano Mallmann, que também se tornou um lesado medular ao sofrer um acidente. ÍCARO segue a linha teatro documental, misturando realidade e ficção, a partir de temáticas universais como relacionamentos humanos, abandono, maternidade e preconceito.

Sobre o ator

Mallmann interpreta diferentes personagens ficcionais que sofreram uma lesão medular. No espetáculo, cada cena é um depoimento onde cada um destes personagens relata sua experiência e fala sobre suas relações interpessoais, transformadas pela deficiência. Dirigida por Liane Venturella, a encenação de ÍCARO é simples, sensível e direta na abordagem da fragilidade humana a qual todos estamos expostos e é marcada pela valorização do trabalho do ator, que dialoga diretamente com a plateia. Para o festival Sem Barreiras faremos uma adaptação de trechos do espetáculo ÍCARO para a linguagem audiovisual, e serão produzidos 3 vídeos, sendo cada um deles uma cena/depoimento do espetáculo.

12/Dez, Sáb

Justin Edgar [Exposição] - Internacional - UNLIMITED Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Exposição

Esta apresentação não será exibida nas redes da SMPED, mas sim no link abaixo!

No final da década de 1980, ativistas deficientes chamados Reasonable Adjustment (RAD) lutaram contra o governo de direita de Margaret Thatcher e contra um sistema médico opressor para obter direitos. Tidos como terroristas por alguns e lutadores pela liberdade por outros, suas ações incluíram atirar em um proeminente geneticista que defendia a eutanásia in utero para pessoas com doenças como espinha bífida, bombardeios de estações de trem inacessíveis e o cerco a um escritório de benefícios.

Nesta exposição, Justin Edgar mostra artefatos que ele colecionou ao longo de 30 anos que documentam o movimento do Ajuste Razoável, incluindo fotos que ele tirou como um estudante de arte durante o auge de sua atividade no início dos anos 1990. A exposição também incluirá pôsteres, armas e um documentário de televisão de 1991 sobre Reasonable Adjustment, que se pensava perdido, mas recentemente redescoberto. À luz de nove anos de cortes de austeridade para pessoas com deficiência, alguns podem dizer que é como se a RAD nunca tivesse acontecido.

Para assistir a exposição clique neste link:

https://www.reasonableadjustmentexhibition.com/accessible-versions

Sobre a exposição:

REASONABLE ADJUSTMENT

Introdução (não existe narração para esse texto)

Esta é uma versão cinematográfica da exposição da galeria, que intercala os stills da exposição na Art House Gallery em Wakefield com filmagens das obras de arte e tomadas filmadas da instalação da galeria Graffiti RAD de um quadrado em um círculo na parede de uma galeria. Fotografias desbotadas do logotipo em vários ambientes da década de 1990, como shopping centers e estações.

NARRAÇÃO: Justin Edgar diz: “Como estudante de arte, comecei a notar o logotipo da RAD em alguns lugares, eu já o tinha visto antes em Birmingham, de onde eu sou, mas realmente não sabia o que era. Fiquei intrigado, mas isso foi antes da internet, então você não podia simplesmente pesquisar no Google.

Por fim, um amigo me contou sobre a RAD e sua atividade. Decidi que, para um projeto de consciência visual, tiraria fotos gravando graffiti da RAD. Parecia estar concentrado em áreas urbanas. As pessoas gostaram do logotipo e o copiaram, provavelmente eles nem estavam desativados, mas perceberam que representava algo - era anti-sistema”.

Fotografias antigas em preto e branco na parede de uma galeria de um homem com deficiência queimando em uma cadeira de rodas.

NARRAÇÃO: Esta série de fotos foi tirada pelo fotógrafo freelance, Phil Dexter, que capturou o momento em que Dave McCauley acidentalmente deixou cair um coquetel Molotov aceso em si mesmo durante um protesto. O funeral de McCauley contou com a presença de mais de cem membros e apoiadores do Reasonable Adjustment. Ele se tornou uma figura mártir que foi referenciada em grande parte do material de propaganda do Reasonable Adjustment.

Closes de uma cadeira de rodas queimada e enferrujada na galeria, apenas a moldura permanece.

NARRAÇÃO: O inquérito do legista constatou o veredicto de morte por infortúnio e esta cadeira foi devolvida à sua família, que gentilmente permitiu que ela fosse exibida aqui.

Várias fotos de cadeiras de rodas, em cores e preto e branco, sendo queimadas durante os distúrbios.

NARRAÇÃO: Esta coleção de fotos mostra manifestantes queimando suas cadeiras de rodas na efígie de Dave McCauley durante a primavera de 1991. Um rifle exibido na galeria contra um fundo branco.

NARRAÇÃO: Aqui está uma réplica de um rifle AK47que foi usado em um ataque aos estúdios Pebble Mill da BBC em Birmingham durante uma transmissão ao vivo do popular programa de revista diurna Pebble Mill at One. Existe um relevo em Braille e a tradução é o slogan dos direitos das pessoas com deficiência “Nada sobre nós sem nós”.

Há uma câmera de TV com lentes quebradas na galeria.

NARRAÇÃO: Uma câmera de televisão Sony foi danificada no ataque. Depois de um confronto com a polícia armada, os manifestantes foram contidos. Eles estavam zangados com um apelo do Teleton com crianças cegas que eles consideraram ser paternalista.

Um telefone público velho e danificado em exibição na galeria.

Uma gravação de voz através da linha diz: “Aqui é o Rasonable Adjustment. Há uma bomba na estação Euston. O código de advertência é “Trator”. Repito, a palavra-código de advertência é “Trator”. Dez minutos antes da explosão da bomba esse telefone público foi utilizado para advertir as pessoas sobre o ataque. Após o ataque ele foi destruído.

Sete pôsteres de propaganda da RAD expostos na parede da galeria, com diferentes slogans.

NARRAÇÃO: Vários pôsteres de protesto da RAD foram produzidos entre janeiro de 1990 e outubro de 1991. Eles foram todos desenhados por artistas anônimos que faziam parte do movimento. Esses cartazes foram frequentemente vistos em vários protestos durante este período concentrado de atividade da RAD.

Cartaz 1: Liberte os Doze Bedford.

Cartaz 2: Uma cadeira em chamas. O slogan diz “Liberte os Doze Bedford”.

Cartaz 3: Imagem de um punho levantado. O slogan diz “Liberte os Doze Bedford”.

Cartaz 4: Terroristas em silhueta erguem rifles no ar. Slogan diz “Habilitar”.

Cartaz 5: punho levantado. Logotipo da RAD. Slogan diz “AGORA”

Cartaz 6: logotipo da RAD, olhos como se fossem arrancados da página olhando através dela. O slogan diz “Não seja apagado”.

Fotografia de cartazes da RAD sendo segurados por uma multidão de manifestantes em Londres.

NARRAÇÃO: Em 2016, uma transmissão de notícias ao vivo da BBC mostrando um protesto parlamentar de ativistas com deficiência foi fechada por um funcionário parlamentar. Os manifestantes faziam lobby para que os parlamentares eliminassem os cortes no emprego e no subsídio de apoio e garantissem que as alterações propostas no orçamento para o pagamento de independência pessoal (PIP) não fossem introduzidas.

Uma transmissão de notícias ao vivo da BBC com o apresentador focando a câmera no saguão da Câmara dos Comuns.

Um membro da Câmara dos Comuns dá início a uma conversa com o apresentador.

NARRAÇÃO: Como resultado do apagão da mídia ordenado em protestos de pessoas com deficiência, ativistas com deficiência recorreram à internet e exemplos da atividade atual podem ser encontrados em outras partes do site.

Uma bandeira da Reasonable Adjustment em um protesto em Whitehall.

NARRAÇÃO: Dez minutos antes do bombardeio da RAD na estação de Euston, um telefone público foi usado pela RAD para dar um aviso codificado aos serviços de emergência. Foi muito danificado no ataque.

Sobre UNLIMITED

Unlimited é um programa de comissionamento de artes que visa incorporar o trabalho de artistas com deficiência no Reino Unido e nos setores culturais internacionais, alcançar novos públicos e mudar a percepção das pessoas com deficiência.

https://weareunlimited.org.uk/

Cheryl Martin – One Woman - [Perfomance] - Internacional - UNLIMITED Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Perfomance

Esta apresentação não será exibida nas redes da SMPED, mas sim no link abaixo!

One Woman é um show solo no qual Cheryl Martin analisa como as consequências de seu trauma de infância contribuíram para sua severa depressão ao longo da vida. Durante a terapia intensiva para o Transtorno de Personalidade Borderline, Cheryl percebeu que todas as mulheres em seu grupo de terapia haviam sido abusadas sexualmente quando crianças. O P&D foi encomendado por Made at HOME e o extrato estreou no Push Festival 2019.

One Woman convida o público para dentro da mente da sobrevivente, usando som binaural e projeção para uma narrativa envolvente, a fim de compreender as alegrias e medos da sobrevivência.

Para assistir clique neste link: https://vimeo.com/453662711/0d7d6a90e0

One Woman by Cheryl Martin - Versão em português das legendas

1

00:01:51,940 --> 00:01:54,400

Nós aramos os campos e espalhamos

2

00:01:54,400 --> 00:01:57,500

a boa semente na terra

3

00:01:57,500 --> 00:02:00,480

mas é alimentado e regado

4

00:02:00,480 --> 00:02:03,900

pela mão onipotente de Deus

5

00:02:03,900 --> 00:02:06,700

Não temos presentes para oferecer

6

00:02:06,700 --> 00:02:10,600

por tudo que o teu amor concede

7

00:03:45,800 --> 00:03:52,100

Água-viva voando, parecendo paraquedas translúcidos flutuando na água

8

00:03:55,100 --> 00:04:02,000

Em agosto, quando a água da Baía de Chesapeake está mais quente, é quando as águas-vivas chegam.

9

00:04:02,000 --> 00:04:03,040

E na areia,

10

00:04:03,300 --> 00:04:06,100

seriam como pequenas cúpulas transparentes e brilhantes.

11

00:04:07,000 --> 00:04:08,400

Sua picada doía muito.

12

00:04:08,900 --> 00:04:15,200

Mas na água, onde eles respiravam, a seda nunca poderia ter uma aparência de outro mundo.

13

00:04:35,100 --> 00:04:38,000

COTOVIA

14

00:04:38,000 --> 00:04:44,800

Você tem algo a dizer para mim?

15

00:04:44,800 --> 00:04:52,100

Você não vai me dizer onde meu amor pode estar?

16

00:04:52,100 --> 00:04:56,000

Existe um prado na névoa

17

00:04:56,000 --> 00:04:59,500

Onde alguém está esperando para ser beijado?

18

00:04:59,920 --> 00:05:03,600

Oh cotovia

19

00:05:04,000 --> 00:05:10,500

Você já viu um vale verde na primavera?

20

00:05:10,900 --> 00:05:16,680

Onde meu coração pode fazer uma jornada

21

00:05:17,000 --> 00:05:20,100

Sobre as sombras e a chuva

22

00:05:20,500 --> 00:05:24,000

Para um caminho coberto de flores

23

00:05:24,900 --> 00:05:27,700

E em seu vôo solitário

24

00:05:28,900 --> 00:05:34,000

Você não ouviu a música da noite?

25

00:05:35,200 --> 00:05:36,800

Música maravilhosa

26

00:05:37,300 --> 00:05:40,020

Tênue como uma vontade de fogo

27

00:05:40,500 --> 00:05:43,100

Louco como um mergulhão

28

00:05:43,500 --> 00:05:49,500

Triste como um cigano fazendo uma serenata para a lua

29

00:05:51,100 --> 00:05:53,860

Oh cotovia

30

00:05:55,040 --> 00:06:00,600

Não sei se você pode encontrar essas coisas

31

00:07:04,000 --> 00:07:09,200

Só descobri as cicatrizes quando fiz meu primeiro sexo lésbico.

32

00:07:09,260 --> 00:07:12,800

Eu nunca os vi. Eu não quero.

33

00:07:12,840 --> 00:07:17,000

Isso significa que só tenho a palavra dela de que eles existem.

34

00:07:17,080 --> 00:07:20,900

Exceto pela expressão em seu rosto quando ela disse isso.

35

00:07:20,960 --> 00:07:25,300

O olhar dela. Eu acredito.

36

00:07:25,360 --> 00:07:27,200

O sol de Maytide estava brilhando,

37

00:07:27,200 --> 00:07:36,000

e eu era um falcão no vento, direto, rápido e implacável, focado em minha própria felicidade.

38

00:07:36,000 --> 00:07:41,000

Um borrão, passando rapidamente pela visão periférica.

39

00:07:41,080 --> 00:07:44,700

Eu me pergunto quem pensava que tinha o direito de me assustar.

40

00:07:44,720 --> 00:07:48,200

Para deixar cicatrizes na minha vagina que nunca desapareceriam.

41

00:07:48,200 --> 00:07:51,000

Para estragar aquela leveza irredutível.

42

00:07:52,500 --> 00:07:55,000

Foi com uma garrafa?

43

00:07:55,000 --> 00:07:58,000

Ou apenas unhas soltas que causaram o estrago.

44

00:07:58,000 --> 00:08:03,000

Quem enfiou as mãos em mim e me puxou para baixo no meio do vôo?

45

00:08:25,100 --> 00:08:27,500

Eu costumava tirar selfies de sombra na praia.

46

00:08:27,500 --> 00:08:30,500

Minha sombra na areia.

47

00:08:30,500 --> 00:08:33,000

É assim que estou ausente

48

00:08:33,000 --> 00:08:35,000

Em minha própria vida.

49

00:08:35,000 --> 00:08:38,000

O rosto de um estranho no espelho.

50

00:08:38,000 --> 00:08:40,000

Isso é tudo que eu sou

51

00:08:40,000 --> 00:08:41,000

Para mim

52

00:09:19,000 --> 00:09:23,000

O estresse na infância faz com que o córtex frontal encolhesse

53

00:09:23 --> 00:09:27,000

o córtex frontal controla a capacidade de regular os desejos

54

00:09:27 --> 00:09:31,000

para que você possa efetivamente atrasar a gratificação.

55

00:09:31 --> 00:09:34,000

Neurônios atrofiam.

56

00:09:34 --> 00:09:36,000

Enquanto isso, a amígdala aumenta.

57

00:09:36 --> 00:09:40,000

A amígdala gera ansiedade e medo.

58

00:09:40 --> 00:09:50,000

Isso poderia explicar os problemas de controle de impulso - como crises de consumo - e ansiedade violenta e ataques de pânico.

59

00:09:50 --> 00:09:54,000

[Vozes embaralhadas]

60

00:09:54 --> 00:09:59,000

Simulação mental, devido à natureza reconstrutiva da memória

61

00:09:59 --> 00:10:03,000

E então você pensa em um final alternativo

62

00:10:03,000--> 00:10:05,000

Freqüentemente, responde a informações

63

00:10:08,000--> 00:10:10,000

O que é necessário para o tratamento

63

00:10:14,000--> 00:10:17,000

Quando pensamos em nossas vidas, tendemos a nos concentrar em eventos específicos

64

00:10:17,000--> 00:10:20,000

Podemos imaginar como as coisas poderiam ter se desenrolado de forma diferente

65

00:10:20,000--> 00:10:24,000

Não percebemos, mas existem gatilhos psicológicos

66

00:10:24,000--> 00:10:33,000

Por que as pessoas expostas a altos níveis de adversidade têm maior probabilidade de se envolver em comportamentos de alto risco

67

00:10:34,000--> 00:10:37,000

Na forma como nosso DNA é lido e transcrito

68

00:12:21,000--> 00:12:24,000

Você vai me encontrar na areia

69

00:12:24,000--> 00:12:25,000

No fundo

70

00:12:25,000--> 00:12:28,000

Cabeça embalada na palma da minha mão

71

00:12:28,000--> 00:12:33,000

Dedos limpos Esfregados translúcidos

72

00:12:33,000--> 00:12:35,000

Até os ossos ficarem azuis

73

00:12:35,000--> 00:12:38,000

Dreadlocks deriva Verde Alga Marinha

74

00:12:38,000--> 00:12:41,000

Ninho de medusas fosforescentes,

75

00:12:41,000--> 00:12:47,000

mães silenciosas para crianças silenciosas finalmente férteis.

76

00:12:49,000--> 00:12:52,700

Tenho lutado contra o suicídio toda a minha vida.

77

00:12:52,700--> 00:12:56,000

Estou com medo de perder aquela luta um dia.

78

00:12:56,000--> 00:13:00,000

Esse não é o tipo de coisa que um modelo de comportamento deva dizer.

79

00:13:00,000--> 00:13:02,000

Acho irresponsável dizer isso.

80

00:13:22,000--> 00:13:27,000

Tome todos os comprimidos. Lave-os com um mojito perfeito.

81

00:13:27,000--> 00:13:30,000

Recoste-se e espero apenas dormir.

82

00:13:30,000--> 00:13:35,000

A verdade é que não é tão indolor, nem tão bonito.

83

00:13:35,000--> 00:13:40,000

E eu nunca vou fazer isso. Porque isso é apenas uma fantasia.

Sobre UNLIMITED

Unlimited é um programa de comissionamento de artes que visa incorporar o trabalho de artistas com deficiência no Reino Unido e nos setores culturais internacionais, alcançar novos públicos e mudar a percepção das pessoas com deficiência.

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13h – Só Vendo Pra Crer [Música] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Música

Dia 03 de Dezembro de 2010, no dia internacional da pessoa com deficiência, os seis amigos, com carreiras musicais independentes, foram convidados para uma apresentação num bar na região central de São Paulo. Tamanha foi a aceitação do público, que nesta data, os amigos Alex, Rodrigo, Luís Carlos, Mariano, Romildo e Júlio decidiram concretizar a formação do grupo de samba. Desde então o grupo vem solidificando sua carreira através de participações em Rádios e TV`s locais: (Transamérica FM, Rádio Z FM , Rádio Tupy FM, Rádio ABC e TV NGT canal 48 (Programa Barlada e Programa Nerivan Silva, TV Record, Coop Supermercados/Mauá, Virada inclusiva 2012 da Comunidade Samba da Vela, Accor Hotels, Dia do bem estar-fazer 2015, Samba da Inclusão, promovido pelo projeto Mocidade Verde e Rosa, revista Incluir e Jornal Diário de SP, Sindicato dos Metroviários e principalmente pelas apresentações em bares e casas noturnas nas diversas regiões de São Paulo, onde costumam atrair o mais diversificado público, seja pela curiosidade, simpatia ou pelo talento, as pessoas costumam lotar os locais onde se apresentam. Os integrante do grupo SVPC fazem parte do projeto da prefeitura de Mauá, Samba da Paineira. Em 2016, o grupo SVPC participou do projeto Livre acesso promovido pelo Centro Cultural São Paulo e recebeu nota máxima no programa do Ratinho, no SBT, quadro dez ou mil. Em julho de 2016 realizou a temporada das terças da Vitrine da Dança na galeria Olido. No processo fonográfico, em março de 2015, o Grupo SVPC entrou em estúdio para a gravação da sua primeira obra, intitulada “Suave na Nave”. As gravações duraram até outubro do mesmo ano, tendo seu lançamento em março de 2016. O Grupo Só Vendo pra Crer, hoje em nova formação, desperta a admiração do público e de seus contratantes não somente pela musicalidade, mas principalmente pela alegria e entusiasmo com que o fazem, contagiando a todos com o melhor exemplo de superação! Fotos, videos e mídias dos eventos disponíveis em: https://www.facebook.com/grupo.svpc.oficial/ http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/viver-sp/blog/2014/08/05/so-vendo-pracrer-um-grupo-de-samba-formado-por-cegos-em-sp

https://samba.catracalivre.com.br/brasil/samba-sp/indicacao/o-samba-de-quemve-com-ouvidos-tato-e-imaginacao/

17h – Yzalú [Música] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Música

Precursora do movimento Rap no Violão, Yzalú no mic demonstra a beleza e potência de sua voz, apresentando a força de suas rimas e de seu canto. No repertorio, músicas do álbum Minha Bossa É Treta, que apresentam ritmos que perpassam o Rap, Bossa Nova, Samba Jazz, Afrobeat, além de singles, medleys de rap e muito mais.

Sobre a cantora

Yzalú é cantora, rapper, compositora e violonista oriunda de São Paulo. Com 16 anos de carreira, inovou no cenário independente ao apresentar o seu primeiro álbum intitulado “Minha Bossa é Treta”. Lançado em 2016, ousou ao experimentar ritmos diversos desde o Rap, passando pela MPB, Samba Jazz e Afrobeat. Seu álbum foi considerado um dos melhores do ano por sites especializados e ganhando alguns prêmios. Yzalú é a primeira artista no Brasil entre poucas no mundo a fazer de sua deficiência física uma ferramenta artística dentro da música como forma de empoderamento e transformação social. Yzalú particularmente se destaca ainda por possuir um trabalho genuíno, consistente e original. Latina americana, brasileira, oriunda da periferia da Grande São Paulo, sempre atenta ao samba, rap e apaixonada pela MPB, Yzalú extraiu das letras de protesto a batida tradicional do rap e adicionou a melodia envolvente do violão.

19h – João Sem Nome – Cia Mix Menestreis [Teatro] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Teatro

João sem nome, o primeiro musical de Oswaldo Montenegro, é de 1975, o auge da ditadura militar, tendo tido alguns trechos proibidos pela censura, foi dirigido inicialmente por Hugo Rodas, coreógrafo e diretor uruguaio que influenciou muito a estética de Montenegro nos musicais. A peça carregada de poesia e belas canções, o poema “Metade”, por exemplo, foi criado para este roteiro, retrata a ânsia de ir embora e a ilusão que pode existir nisso. “Sabe João, a vida é como a feira, a gente pensa que aqui tá tudo caro, anda até o fim e descobre que lá os preços estão iguaizinhos aos daqui.” Através deste trabalho que chegou ao Rio de Janeiro em 1976 e já contava com Madalena Salles, José Alexandre, Mongol e outros, o grupo foi batizado formalmente pelo crítico do Jornal do Brasil, Yan Mishalsky, de "Os Novos Menestréis". Nesta nova versão, dirigida e adaptada por Deto Montenegro para a Cia Mix Menestreis, 25 artistas em cena, entre eles, 12 cadeirantes e 2 deficientes visuais, prometem muita cantoria e belos versos para o grande público.

Sobre o grupo

Em 2003, Deto Montenegro, diretor da Oficina dos Menestreis, adaptou o treinamento artístico dos Menestreis num curso experimental e beneficente, para um grupo de 20 cadeirantes e no ano seguinte incluiu no mesmo projeto pessoas com deficiência visual. O primeiro espetáculo do Projeto Mix Menestréis o musical “Noturno Cadeirante” estreou em Dezembro de 2003, junto a uma equipe artística de atores e músicos e resultou na criação da Cia Mix Menestréis, que desde então, desenvolve um trabalho pioneiro de inclusão social através do teatro musical. O Projeto Mix com o curso de teatro musical inclusivo e beneficente, ao longo dos anos atendeu e possibilitou a inclusão no mercado de trabalho artístico de mais de 90 jovens e adultos com deficiência e possui em seu repertório 9 peças musicais.

13/Dez, Dom

14h – Marta Coutinho [Exposição] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Exposição

Marta Coutinho - mulher, negra, baixa visão e fotógrafa.

Procurou inserir em seu trabalho a maneira como enxerga o seu mundo da baixa visão. E é esse olhar que ela procurou traduzir nas imagens que capturou. São registros de momentos de superação, entrega de olhares, gestos, sorrisos e cores e a maioria com riqueza de detalhes. Ao incluir essas pessoas ela também se sente incluída e acolhida. Para Marta a arte da fotografia é afeto. E essa é sua forma de interagir com o mundo.

17h – Dudu Braga e RC na Veia [Música] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

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Música

As músicas do Rei Roberto Carlos são tão clássicas, levam tamanha parte tanto do consciente quanto do inconsciente dos brasileiros, que todos têm certeza que as conhecem de cabo a rabo. O show do “RC na Veia” mostra justamente que o alcance dessas canções eternas é ainda maior.

“Como as músicas do Roberto estão muito do inconsciente de todos, o objetivo foi fazer releituras não influenciadas pelo próprio Roberto. Os músicos da banda teriam o desafio de fazer os arranjos como se estivessem ouvindo as canções pela primeira vez.”, diz Dudu Braga.

A ideia do RC na Veia nasceu organicamente. Dudu é baterista com extensa carreira em grupos de classic rock e também produtor musical. Na estrada, conheceu o novo vocalista Lucão, que agregou o guitarrista e arranjador Fernando Miyata, um gênio da guitarra. A conta fechou com o baixista Felipe. “O Miyata é irritante de tão bom.”

Nas palestras que costumava proferir, Dudu enxertou como encerramento uma apresentação breve do grupo das músicas de Roberto. Até que a apresentação naturalmente ganhou vida própria e segue agora em nova turnê. Após 1 ano afastado do palco, que Dudu tirou para cuidar da saúde, a banda volta com a nova formação para sua 1º apresentação.

Um show imperdível “É uma experiência Roberto Carlos para todas as gerações com muito rock’n roll”.

A Vida no Centro Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

07/12, seg, 16h

Painel de debate: Mobilidade na cidade. Os efeitos da pandemia na vida urbana

Sobre: Quais são as tendências para a mobilidade urbana no pós-pandemia? Como a Covid-19 afetou a maneira como as pessoas se locomovem pela cidade? Quais são as consequências, a longo prazo, deste período de quarentena? Que mudanças na vida das pessoas afetarão a vida nas cidades?

O reportA Casa e a Cidade, produzido pela plataforma A Vida no Centro, investiga as mudanças que a pandemia trouxe para a vida das pessoas, os impactos do trabalho híbrido nos deslocamentos e na vida dos bairros antes puramente residenciais.

Participantes:

Clayton Melo - Jornalista e cofundador do A Vida no Centro

Apresentação do reportA Casa e a Cidade, produzido pela plataforma A Vida no Centro

Cid Torquato - Secretário da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência

Mauro Caliari - Adminstrador de Empresas pela FGV-SP e doutor em Urbanismo pela FAU-USP, desde 2010 dedica-se a questões da cidade, como espaços públicos e mobilidade. É autor do livro Espaço Público e Urbanidade em São Paulo e do blog Caminhadas Urbanas, no Estadão. É membro do Núcleo de Estudos Urbanos da Associação Comercial de São Paulo e da ONG Cidadeapé.

Silvia Stuchi - Fundadora e Diretora da Corrida Amiga. Gestora Ambiental e pós-doutoranda em Sustentabilidade pela EACH-USP.

Denize Bacoccina – Mediação - Jornalista e cofundadora do A Vida no Centro

Link de inscrição: https://www.sympla.com.br/dialogos-a-vida-no-centro---mobilidade-na-cidade-os-efeitos-da-pandemia-na-vida-urbana__1067059

Site: https://avidanocentro.com.br/

ABRAF – Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

07/12, seg, até 13/12, dom

Exposição Além do Diagnóstico (online)

Sobre: a exposição itinerante “Além do Diagnóstico” (“Beyond The Diagnosis”) que faz parte do Festival Sem Barreiras traz 18 pinturas a óleo que retratam crianças e adolescentes com doenças raras que têm o diagnóstico como apenas uma faceta de suas vidas. A curadoria é da Rare Disease United Foundation, sediada em Rumford, Rhode Island (EUA), que convidou artistas de todo o mundo para pintar esses retratos de diversos estilos que vão do realismo clássico à pintura abstrata. Na mostra online e gratuita estão trabalhos de 18 artistas que doaram seu tempo e talento para mostrar essas crianças além do diagnóstico, alegres e cheias de sonhos e planos. Cada obra representa uma das 7 mil doenças raras. A galeria traz a audiodescrição das telas e texto explicativo sobre a doença rara bem como histórico do artista que realizou a obra.

Confira a exposição na íntegra abaixo: https://abraf.ong/exposicao-alem-do-diagnostico/

Alliance Française Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

07/12, seg, 10h até 16h

Cultura e Mercado

Sobre: WebTV do site Cultura e Mercado, traz entrevistas, debates e informação sobre políticas e mercado de cultura.

Canal: https://www.youtube.com/user/culturaemercado

Casa das Rosas Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

10/12, quin, 19h

Palestra Dança para diversidade dos Corpos (via facebook Casa das Rosas)

Por Clayton Brasil

Sobre: O Diretor artístico Clayton Brasil, fundador da Cia De Dança De Rodas Para o Ar, conta a ideia de montar a adaptação da clássica história infanto-juvenil Alice no País das maravilhas de Lewis Carrol, e como foi o processo de criação do atual Espetáculo de Dança Alice’S no País Adaptado. Ele fala dos desafios encontrados em realizar uma adaptação em dança de um clássico da literatura e fala também das curiosidades nas adaptações do cenário, figurinos e coreografias, a gravação para o Festival Sem Barreiras e o olhar peculiar da trilha sonora totalmente brasileira e o significado das cenas que fazem uma analogia com o cotidiano vivido em nossa sociedade.

Link do Facebook: https://www.facebook.com/casadasrosas

12/12, sáb, 16h

Palestra Construindo sonhos e modificando vidas (via facebook Casa das Rosas)

Por Fernanda Biachini

Sobre: A Associação Fernanda Bianchini - Cia Ballet de Cegos [AFB] hoje atende mais de 300 alunos de várias idades, em sua maioria deficientes visuais. Sua metodologia de ensino do Ballet Clássico é pioneira e reconhecida mundialmente. A integração social de deficientes visuais por meio da dança, principalmente do ballet como uma atividade extracurricular, é a principal missão da entidade. A única companhia de Ballet de Cegos do mundo funciona na AFB, sediada na Vila Mariana, zona Sul da cidade de São Paulo, mas seus passos já rodaram o mundo. Nesses 21 anos de existência, o grupo de bailarinos já participou de apresentações na Argentina, Inglaterra, Alemanha e nos EUA e, neste momento, uma turma se prepara para mais uma apresentação no Exterior.

Link do Facebook: https://www.facebook.com/casadasrosas

Centro Cultural Coreano Brasil - CCCB Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

07/12, seg, 18h

Kyeong Min Kim (Música)

Sobre: com muita emoção e em comemoração ao 'Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência no Brasil'(21.09), O Centro Cultural Coreano no Brasil apresenta concerto especial com as músicas compostas pelo próprio pianista, do Beethoven e outras músicas. O Kyeong Min Kim é pianista sul coreano com paralisia cerebral. Link da apresentação: www.youtube.com/c/kccbrazil

Fundação Bienal de São Paulo Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

14 de novembro a 13 de dezembro de 2020

A Fundação Bienal de São Paulo apresenta a mostra Vento até 13 de dezembro de 2020 no Pavilhão Ciccillo Matarazzo como parte da programação da 34ª Bienal de São Paulo – Faz escuro mas eu canto. A visitação segue rigorosamente protocolos sanitários estabelecidos para o setor cultural.

Intitulada a partir do filme Wind [Vento] (1968), de Joan Jonas, a exposição composta majoritariamente por obras desmaterializadas, em áudio e vídeo, busca ressaltar uma sensação de espaço e distância que raramente pode ser experimentada pelo público. Nenhuma parede expositiva foi construída, e a arquitetura do Pavilhão Ciccillo Matarazzo permanece em seu estado natural, acolhendo as obras diretamente, sem elementos que possam criar uma mediação entre a escala humana dos trabalhos e as dimensões monumentais do Pavilhão.

Figuram em Vento 21 artistas: Alice Shintani (1971, São Paulo, SP), Ana Adamović (1974, Belgrado, Sérvia), Antonio Dias (1944, Campina Grande, PB), Clara Ianni (1987, São Paulo, SP), Deana Lawson (1979, Nova York, EUA), Edurne Rubio (1974, Burgos, Espanha), Eleonore Koch (1926 - 2018, Berlim, Alemanha), Gala Porras-Kim (1984, Bogotá, Colômbia), Jacqueline Nova (1935-1975, Gante, Bélgica), Jaider Esbell (1979, Normandia, RR), Joan Jonas (1936, Nova York, EUA), Koki Tanaka (1975, Kyoto, Japão), León Ferrari (1920-2013, Buenos Aires, Argentina), Luisa Cunha (1949, Lisboa, Portugal), Melvin Moti (1977, Roterdão, Países Baixos), Musa Michelle Mattiuzzi (1983, São Paulo, SP), Neo Muyanga (1979, Joanesburgo, África do Sul), Paulo Nazareth (muitas datas, Watu Nak, Vale do Rio Doce, MG), Regina Silveira (1939, Porto Alegre, RS), Ximena Garrido-Lecca (1980, Lima, Peru) e Yuko Mohri (1980, Kanagawa, Japão).

Exposição Vento

14 de novembro a 13 de dezembro de 2020

qua, sex, sáb, dom, 11h – 19h; qui, 11h – 20h

*entre 11 e 12h, idosos e pessoas em grupo de risco terão prioridade

Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera

Entrada gratuita

Visitas em Libras

Duração: 60 minutos

sábados: 15h e 16h

Agendamento aqui: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfmww0C5HxJyyT8Q8KAhuNh72oIvwoAmPBKz110NWyl9Ihrfw/viewform?gxids=7628

Visitas para pessoas com deficiência visual

Duração: 60 minutos

qua, qui, sex, sáb, dom: das 11h às 17h30

Agendamento aqui: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfmww0C5HxJyyT8Q8KAhuNh72oIvwoAmPBKz110NWyl9Ihrfw/viewform?gxids=7628

IMS - Instituto Moreira Salles Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

8/12 a 10/12, ter, quar e qui

Ocupação Poéticas da Deformidade por Lua Cavalcante no instagram @imseduca

Sobre: Lua é artista, educadora e aleijada. Tecnóloga em Fotografia, no momento conclui a formação em Pedagogia e se especializa em Pedagogia Griô. Foi arte educadora no CCBB DF e Orientadora de Público no IMS Paulista. Lua se coloca como corpo-artístico-político propondo reflexões sobre quais lugares o corpo com deficiência habita.Durante a ocupação, Lua irá fazer postagens sobre sua trajetória pessoal e profissional, falando sobre seu trabalho autoral, a zine Baleia e sua atuação como artista educadora em centros culturais, e também trará referências de artistas com deficiência.

Link Instagram: https://www.instagram.com/imseduca/?hl=pt-br

11/12, sex, das 16h às 17h

Live sobre Poéticas da Deformidade (Youtube do IMS)

Sobre: live no YouTube do IMS com Lua compartilhando seu trabalho e a experiência da ocupação. Haverá interpretação em libras para a live.

Link canal: https://www.youtube.com/imoreirasalles/

Itaú Cultural Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

10/12, quin, 17h

Mesa: Arte, deficiência e interseccionalidade

Sobre: Os convidados discorrem sobre suas vidas e seus trabalhos artísticos tendo como fio condutor a interseccionalidade nesses campos.

Estela Lapponi – SP mediadora

Performer e videoartista paulistana que tem como foco de pesquisa o discurso cênico do corpo com deficiência, a prática performativa e relacional (com o público) e as fronteiras entre as linguagens cênicas e visuais. Desde 2009, Estela Lapponi realiza práticas artísticas sobre o conceito que criou, Corpo Intruso – uma investigação cênica, visual e conceitual. Idealizadora da Casa de Zuleika – espaço contemporâneo dedicado às expressões artísticas na linguagem da performance, audiovisual e dança contemporânea. Em 2018, dirigiu seu primeiro curta – profanAÇÃO –, graças ao Edital de Produção de Curtas da SPCine 2017, da Secretaria de Cultura de São Paulo, e ao apoio adicional do Instituto Itaú Cultural.

Mona Rikumbi – SP debatedora

Primeira mulher negra cadeirante a atuar no Theatro Municipal de São Paulo. Ativista nas causas raciais, de gênero, de manutenção das tradições africanas, no protagonismo dos artistas com deficiência e na moda acessível. v

Victor Di Marco – RS debatedor

Ator e cineasta, por meio de suas obras Victor Di Marco se debruça nas poéticas do corpo e suas deformações. Atualmente, ele está em fase de lançamento do seu mais recente trabalho, o curta O que Pode um Corpo?.

11/12, sex, 17h

Mesa: O papel do artista sem deficiência na luta anticapacitista

Sobre: A mesa traz artistas, produtores e profissionais da cultura sem deficiência que dedicam seu trabalho a esse público. Como apoiar essa causa?

Dudé – SP mediador

Vocalista há 31 anos, em 2000 Dudé coordenou o coral do Corpo de Voluntariado da AACD da Mooca. Em 2004, fez o curso de atores da Oficina dos Menestréis participando da montagem e atuando no musical Good Morning São Paulo, dirigido por Deto Montenegro.Em 2009 e 2010 deu início às bandas A Velha Pantera e Dudé Blues Band. Em 2014, começou a banda Dudé e a Máfia, que mistura o blues com o rock’n’roll anos 70.

Cíntia Alves – SP debatedora

Diretora e dramaturga, Cíntia Alves é mestre em artes pela Escola de Comunicações e Artes (ECA/USP). É diretora do coletivo Grão – Arte e Cidadania e gestora de projetos artísticos que abrem diálogo com diferentes identidades sensoriais. Entre as premiações que recebeu estão Troféu Mambembe, Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem, APCA, Festival Cultura Inglesa e Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem.

Andrea Chiesorin – RJ debatedora

Ativista-artista da dança, pesquisadora, gestora de ações culturais e consultora em políticas culturais. Mestranda em políticas públicas e formação humana pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Coordena o grupo de estudo em direitos humanos, com pesquisa em dramaturgia do movimento e fruição estética, pela Escola e Faculdade Angel Vianna. Atua como intérprete-criadora na Pulsar Companhia de Dança (cofundadora). Compõe o Conselho Municipal de Políticas Culturais do Rio de Janeiro, pela dança (CMPCRJ 2018-2020) e a Rede Nacional de Articulação, Formação e Fomento em Acessibilidade Cultural (RAFFACULT).

Carol Fomin – SP debatedora

Doutoranda e mestre (2018) em linguística aplicada e estudos da linguagem na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Carol Fomin é coordenadora do curso de pós-graduação em tradução e interpretação Libras/português no Instituto Superior de Educação de São Paulo – Singularidades e atua como tradutora e intérprete de Libras-português em diversos espaços artístico-culturais, tanto na mediação educativa-cultural de exposições como em espetáculos teatrais e musicais voltados para o público adulto e infantil.

11/12, sex, 20h

Programação Artística

Cabaré Drag

Sobre: evento, pensado pela equipe de curadoria do Sem Barreiras 2020 do Itaú Cultural, traz duas drag queens com deficiência de diferentes perfis para fazer apresentações curtas.

Kitana Dreams – RJ apresentadora

Kitana Dreams é uma drag queen surda, youtuber, digital influencer, maquiadora e crafter. É surda de nascença, oralizada e faz leitura labial. “Sou considerada bilíngue por me comunicar na Língua Brasileira de Sinais (Libras) e, também, fazer leitura labial.” Aprendeu muito coisa de maquiagem sem fazer curso. Primeira drag queen surda a ser coroada Miss Rio de Janeiro Gay Plus Size 2013 (reinou durante dois anos, 2013/2014). Quando não está de Kitana, é Leonardo – uma pessoa extrovertida, brincalhona e muito divertida.

Lee Brandão – SP convidada

Primeira drag queen com deficiência de Brasília, bailarina(o), cantora(o) e maquiadora(o) e instrutor de capoeira. Aos 5 anos, Lee começou a cantar em igrejas, onde ficou por 12 anos. Ao sair, um mundo de possibilidades se abriu: venceu concursos de canto e dança, graduou-se instrutor de capoeira e contribui com visibilidade LGBTQ/PCD estando na TV. Hoje performa e informa que ser diferente é ser normal, com orgulho de saber que está ajudando a plantar sementes de um fruto que os próximos LGBTQs com deficiência colherão. “E tenho dito: nossos corpos são limitados, mas a nossa alma não".

12/12, sáb, 17h

Mesa: Dança e deficiência

Sobre: Dança é uma expressão artística voltada para o corpo. Quando falamos de corpos dissidentes, como de pessoas com deficiência, como fica a relação entre essa expressão artística e esses corpos? Nesta mesa, chamamos pensadores da arte e da deficiência para debater o assunto.

Renata Mara - MG mediadora

Artista de dança, docente, pesquisadora e psicóloga com baixa visão. Interessada no fazer artístico em dança por e para todos, é professora certificada do método DanceAbility pela DanceAbility International Foundation, sendo referência em práticas e estudos ligados à arte, educação, inclusão e acessibilidade. Ministra cursos, oficinas e palestras em encontros, eventos e seminários como o Festival de Verão da UFMG e o Palco Giratório. Além de seu reconhecimento como artista docente de dança, ela também pesquisa o exercício da criatividade como caminho para o desenvolvimento da espiritualidade.

Moira Braga – RJ debatedora

Atriz, bailarina, jornalista e consultora de audiodescrição em conteúdos artísticos, Moira Braga é uma das coordenadoras do grupo de estudo e pesquisa em dramaturgia do movimento e fruição estética desenvolvido na Escola e Faculdade Angel Vianna, onde é professora no curso técnico de bailarino contemporâneo. De 2017 a 2020, foi consultora de audiodescrição. Atualmente, participa do projeto Identidades, realizado nas plataformas de redes sociais da Palavra-z Produções como mediadora de debates sobre arte, educação e acessibilidade.

Edu O. – BA debatedor

Artista da dança, performance, escritor e professor da Escola de Dança da UFBA, graduado em artes plásticas, com mestrado em dança pela UFBA. Atualmente, desenvolve pesquisa acerca da "bipedia compulsória" no doutorado Multi-institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento. Pesquisador no Grupo de Pesquisa PORRA. Diretor, coreógrafo e dançarino do Grupo X de Improvisação em Dança, Edu O. é também cofundador do Coletivo Carrinho de Mão. Desenvolve ainda projetos independentes e em parceria com outros artistas, com destaque para os espetáculos Judite quer Chorar, Mas Não Consegue! ,Odete, Traga Meus Mortos, Ah, Se Eu Fosse Marilyn ,O Corpo Perturbador ,Bonito ,Striptease-Bicho e Kilezuuummmm.

12/12, sáb, 20h

Canto dos Malditos

Marcos Abranches Cia. de Dança

Sobre: Espetáculo solo de dança contemporânea que exacerba no corpo a solidão, o fracasso, a tristeza e a desesperança frente às atrocidades da vida. Abranches traz para a cena, como um desabafo, seus conflitos e questões sobre o homem e a sua inconsistência, sobre a precariedade das relações que nunca se completam, sobre o amor e o abandono, o canto de todos os malditos.

13/12, dom, 17h

N’Otro Corpo de JP Lima

Sobre: N’Otro Corpo é um ensaio sobre as possibilidades do corpo. O que nos constitui sujeitos de nós mesmos e de nossos movimentos? As cenas se combinam num entrelaçar das questões que o artista lança a partir de si e dispara como enfrentamento ao público. Que corpo temos? Que corpo nos exigem ter?

13/12, dom, 20h

Sarau Literário

Sobre: Leitura de textos, poesia em Libras, HQ com narração e imagens. Essas serão as apresentações do Sarau Literário, apresentado pela MC Lara Gomes.

Lara Gomes – SP

MC do Sarau

Lara Gomes é professora, educadora, tradutora/intérprete e realiza workshops sobre sua experiência profissional e sobre a cultura e comunidade surda nas faculdades e instituições em cursos livres. É integrante do coletivo de artistas e educadores Corposinalizante (corpo-sinalizante.blogspot.com) e assistente de palco do Slam do Corpo. Formada em ciências biológicas (Ucsal), em Salvador/BA, pós-graduada em Libras e educação para surdos (Uninter), em São Paulo/SP, pós-graduanda em gestão cultural contemporânea/Itaú Cultural e mestranda em educação: Currículo/PUC-SP.

ClarinhaMar – Brasília convidada

ClarinhaMar (Clara Marinho) é pessoa com deficiência – paralisia cerebral –, estudante de letras português na Universidade de Brasília, escritora com nove publicações entre poemas, contos e crônicas, palestrante motivacional e influenciadora digital.

Lino Arruda – SP convidado

Lino Arruda é pesquisador, artista e quadrinista transmasculino. Organiza a distribuidora Fracassando: Edições Precárias – um projeto autônomo e colaborativo de produção, arquivamento, tradução e distribuição de zines dissidentes latino-americanos com foco em autorias travesti/trans. Lino é bacharel em artes visuais pela Unicamp e pela Universidad Politecnica de Valencia (Espanha), mestre em história da arte pela USP (Fapesp) e doutor em literatura pela UFSC/University of Arizona (Capes/Fulbright), onde desenvolveu sua tese sobre autorrepresentação travesti/trans em zines latino-americanos.

Yanna Porcino – PE

convidada

“Surda, negra, feminista, artista. Graduanda em curso de letras Libras (UFPE), professora de Libras na Faculdade Alpha, faço parte da comissão de Slam das Mãos (Recife/PE) na inclusão em surdos e ouvintes para apresentar a poesia como impacto e batalha em apenas Libras (Língua Brasileira de Sinais) no Pernambuco. Tenho uma conta no Instagram: @meussinaisexpressam onde eu expresso os meus sinais como forma de desabafar com os meus poemas reflexões e pensamentos. A arte é a liberdade.”

Priscilla Leonnor – BA convidada

Professora de Libras (Língua Brasileira de Sinais) na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Estadual (UFRB), em Amargosa, na disciplina literatura visual I e II, com mestrado pelo programa de pós-graduação em ensino (PPGen). Mulher, negra e surda, poeta de Libras, líder do movimento negros surdos do Brasil. Teve experiência como monitora do Festival Arte e Folclore Surdo, em Florianópolis/SC. Artista, poeta surda, primeira colocada do Slam do II Festival Despertacular (Brasília/DF), em 2019, primeira colocada do Slam do II Festival Cultural e Literário em Libras da UFPE (Recife/PE), em 2018, e foi a terceira colocada do Slam dos 4 Sentidos, em (Florianópolis/SC), em 2017, onde aconteceu o VI Congresso Nacional de Inclusão Social de Negros Surdos (CNISNS).

Site: https://www.itaucultural.org.br/

Japan House São Paulo Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

A partir de 07/12, seg

SHOKO KANAZAWA

Sobre: Shoko Kanazawa é uma das mais notáveis calígrafas japonesas da atualidade. Nascida com síndrome de Down, começou a aprender o Shodō – a arte da caligrafia japonesa – aos 5 anos inspirada pela mãe e teve sua primeira exposição aos 20. Em homenagem ao seu trabalho artístico, Shoko foi nomeada uma das artistas oficiais das Olimpíadas de Tóquio. Exclusivamente para a participação da Japan House São Paulo no Festival Sem Barreiras, a artista preparou um vídeo para apresentar um pouco mais sobre sua vida e seu trabalho por meio de uma caligrafia performática, uma escrita que utiliza expressões e movimentos com o corpo todo para criar obras em grande escala. Em janeiro de 2021, a Japan House São Paulo apresenta uma exposição da artista Shoko Kanazawa.

Link: https://bit.ly/JHSPshoko - Libras, AD, CC

08/12, ter, 20h

Experiência Sensorial

Sobre: Conduzida pela chef Telma Shiraishi do restaurante Aizomê, essa é uma experiência olfativa por intermédio de aromas e fragrâncias presentes na cultura japonesa. Para participar, é preciso adquirir previamente uma caixa exclusiva e limitada que contém nove frascos com elementos selecionados pela chef. A caixa estará envolvida por washi, um papel artesanal japonês especial, da loja Shin - que fica na Japan House São Paulo - e será entregue na casa dos participantes no dia do evento. Em uma live na plataforma Zoom, exclusiva para os que adquirirem a caixa, a chef conduzirá os participantes por uma rica e estimulante experiência sensorial.

Link: https://bit.ly/JHSPsembarreiras - Libras, AD, CC

08/12, ter a dom, até 10 de janeiro de 2021, 17h

O fabuloso universo de Tomo Koizumi

Sobre: Inédita no Brasil, a mostra gratuita apresentará uma série de peças do designer Tomo Koizumi. Destaque na semana de moda de Nova Iorque de 2019, o jovem artista vem conquistando respeito e admiração no mundo fashion com suas criações famosas pelo encantamento, em produções únicas feitas com 50m a 100m de organza japonesa cada uma, trazendo cores e volumes extravagantes, que representam o seu universo recheado de criatividade.

Site - http://bit.ly/KoizumiNaJhsp

QRCODE - https://bit.ly/KoizumiQRcode

08/12, ter a dom, até 03 de janeiro de 2021, 17h

Japonésia (exposição)

Sobre: Exposição do jovem fotógrafo explorador Naoki Ishikawa, considerado um dos artistas mais relevantes no cenário da fotografia do Japão. Criada especialmente para instituição, a exposição inédita na América Latina pretende revelar as particularidades do arquipélago nipônico, ressaltando sua diversidade de paisagens e de cultura, levando os visitantes a uma verdadeira expedição pelo país.

Link: https://www.japanhousesp.com.br Libras, AD, CC através de QRCODE na exposição

Site - http://bit.ly/Japonesia

QRCODE - https://bit.ly/JaponesiaQRcode

MASP Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

08/12, ter, 13h

Nesta edição do Festival sem Barreiras, o MASP lança uma série de vídeos que apresenta o museu e seus programas de maneira acessível para todos: pessoas com e sem deficiência. Produzidos em desenho universal, contam com libras, audiodescrição e legenda descritiva. Pessoas com deficiência e um acompanhante entram no museu de forma gratuita e são cada vez mais contemplados com recursos acessíveis ao MASP e sua programação.

Link de transmissão: Canal do MASP no YouTube

https://www.youtube.com/user/maspmuseu

Museu da Imigração do Estado de São Paulo Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

07/Dez, Seg, 17h30 às 18h30

Transmissão para YouTube, usado plataforma StreamYard “Recursos de acessibilidade no Museu da Imigração”

Com:

Mariana Martins, coordenadora técnica do Museu da Imigração Marina Baffini, especialista em acessibilidade cultural da INCLUA-ME Arte & Cultura para todos Roseli Garcia, supervisora de projetos de acessibilidade e inclusão

O Museu da Imigração vem ampliando seus recursos de acessibilidade. Para comentar sobre o desenvolvimento de ferramentas para públicos com deficiência visual e auditiva, convidamos a um bate-papo especialistas da empresa INCLUA-ME Arte & Cultura para Todos. A transmissão ocorrerá pelo canal de YouTube do MI, e faz parte da programação do Festival Sem Barreiras. Esta programação conta com recurso em libras e audiodescrição.

Memorial da Resistência de São Paulo Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

9/Dez, Qua, 19h

Live em comemoração ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.

Os perfis do Memorial da Resistência de São Paulo e do Fórum de Produtores Culturais no Instagram realização uma live em comemoração ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.

O evento online abordará a Educação em Direitos Humanos para pessoas com deficiência no Memorial da Resistência de São Paulo apresentando o processo de implementação do projeto de acessibilidade do Memorial ParaTodos, tratando dos desafios e das conquistas ao longo de sua existência. Apresentação das adaptações físicas realizadas nos espaços da instituição museológica e as metodologias utilizadas para o desenvolvimento das ferramentas de apoio didático ao público de pessoas com deficiência e as práticas desenvolvidas. Com a presença de intérprete de Libras e áudio descrição das imagens.

Local: Perfis @memorialdaresistênciasp ou @forumdeprodutoresculturais no Instagram

MUSEA (aplicativo) Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

Exposição Femina Aurea

O Femina Aurea é uma exposição de fotografias, em preto e branco, de mulheres com defi-ciências físicas e mobilidade reduzida, cujo intuito é retratar a beleza desses corpos que são estereotipados e apagados da estética social vigente em razão das limitações e imperfeições que apresentam, bem como fomentar profundos questionamentos e discussões sobre o padrão estético corporal considerado normal, agradável, belo e aceitável na sociedade con-temporânea.

A gênese e a idealização desse trabalho decorreram da inquietação e do olhar atento de uma Consultura Jurídica, Designer e Produtora de Moda, Ana Vitória Maia Fonsêca, que, ao se deparar com o desafio de criar uma coleção de roupas de moda para esse segmento social – pessoas deficientes físicas –, percebeu a imprescindibilidade de registrar e enaltecer, em-blemática, simbólica e imageticamente, esses corpos inspiradores.

A exposição fotográfica Femina Aurea busca, além de retratar a beleza de mulheres cujos corpos apresentam deficiências, disfunções e limitações fisiológicas ou anatômicas, que ge-ram impedimentos ou incapacidades para o desenvolvimento em algumas áreas e atividades físicas, suscitar reflexões sobre os cânones da beleza, ao convidar o espectador a sensibilizar seu olhar, aprofundar sua percepção e o conhecimento sobre esses objetos-corpos desvela-dos fotograficamente.

A ideia de simular a nudez desses corpos se deu em virtude do imperativo de desnudá-los de quaisquer interferências visuais, de modo que seu real protagonismo fosse preservado.

A mostra fotográfica ora apresentada reúne visões artísticas, tanto líricas e poéticas quanto fortes e viscerais, de seis geniais fotógrafos baianos:

Dione Tonheiro, Fábio Bouzas, Flávia Cirne, Homero Carrasco, Marcelo Veras e Ricardo Sena.

O Femina Aurea conta também com uma extraordinária equipe de aproximadamente trinta profissionais de áreas diversas: artistas, produtores de moda, designers de moda, designers gráficos, maquiadores, hair-designers, psicólogos, psicanalistas, filósofos, médicos, dentre outros, todos fundamentais à materialização desse projeto.

Museu da Diversidade Sexual e Amigxs da Arte - APAA Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

10/12, quin, 10h

Live com Lara Souto Santana: Um dedo de prosa: Caio Fernando Abreu, suas narrativas e suas canções

Sobre: Lara tem deficiência visual e vai falar sobre o trabalho desenvolvido por ela sobre o Caio Fernando Abreu. Apresentará visibilidade para pessoas com deficiência que atuam em campos de pesquisa, escrita e literatura.

Facebook: https://www.facebook.com/museudadiversidadeoficial/

Site: http://www.mds.org.br/

Live:

https://youtu.be/QiRg3MddUzE

Museu do Futebol Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

9/12, quar - Lançamento da revista Museu do Futebol para Todos (online)

Sobre: Em 2019, a equipe do Educativo do Museu do Futebol realizou o projeto Deficiente Residente e, por cerca de 4 meses, acompanhou de perto a vida de um craque da bola, Alex Firmino, jogador de Futebol de Amputados. Realizamos uma entrevista exclusiva e descobrimos informações sobre sua vida, sua carreira e sobre algumas regras específicas para esta modalidade.

Site: https://museudofutebol.org.br/

ONG Nosso Olhar Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

12/12, Sáb - Projeto Bike Art:

Inclusão e capacitação através da arte.

Venha olhar o mundo de um jeito diferente com a gente!

Dia 12 de dezembro, às 10h, será exibida uma matéria exclusiva contando essa história, no canal da Ong Nosso Olhar no youtube: https://www.youtube.com/channel/UCceHTGVy86W6BYxRp632yMQ

Atenção: contém vídeo com tradução em libras.

Saiba mais em: https://nossoolhar.org/projetos/bike-art/

A bicicleta é hoje um importante meio de transporte, que protege o meio ambiente e economiza o tempo das pessoas. Mas o projeto BikeArt, da ONG Nosso Olhar, leva oportunidades e transformação para quem tem alguma deficiência intelectual.

O projeto nasceu em 2019, com duas missões: promover a bicicleta como um instrumento de transformação social que estimula a expressão artística e a inclusão no mercado de trabalho. Na prática, o projeto tanto incentiva a arte quanto gera renda para pessoas com deficiência. Em razão da pandemia, o projeto foi adiado e volta agora com novos participantes.

A “nova temporada” do projeto reúne artistas como Dinas Miguel, Mauricio dos Santos, conhecido como Gigante, e Rogério Carnaval, mas tem o mesmo propósito de promover a inclusão. Houve, no fim de novembro, duas oficinas de pintura quepromoveram a diversidade e parcerias que deram muitos frutos, como a capacitação dos jovens.

No dia 25 de novembro o Espaço Rede T21, uma casa colaborativa que apoia crianças, jovens e adultos com deficiência intelectual e suas famílias, recebeu o artista Dinas Miguel, que, junto com jovens do Instituto Meta Social, criou telas que serão expostas em galeria e depois leiloadas.

Já no dia 28 de novembro,o projeto BikeArt foi à sede da ONG Gerando Falcões, na cidade de Poá, na grande São Paulo. Em meio ao verde dos jardins da casa, artistas pintaram junto com crianças e adolescentes com e sem deficiência, que moram em comunidades da região.

Gigante, no alto dos seus dois metros de altura, usou a arte gráfica do aerógrafo para pintar com duas pessoas com deficiência, moradores da favela Kemel. Uma delas é Giovani de Souza, de 19 anos. O rapaz que tem deficiência mental leve e autismo impressionou o artista. Segundo Gigante, Giovani tem traço firme e facilidade na mistura de cores. Olívia Nascimento, de 10 anos, com déficit cognitivo, também dividiu a pintura de uma tela com Gigante. A experiência foi inesquecível, disse a garota.

O outro artista, Carnaval, trouxe o stencil, uma técnica do grafite, para apresentar a Heloísa Porpeta, de 10 anos. A garota que não tem deficiência, nunca havia visto uma obra antes. Tímida, ela ouviu as explicações do artista com atenção. Ao usar o spray na tela, surpreendeu. Deu novas formas à pintura, numa conexão de energias.

Como começou - Podemos dizer que a BikeArt, da ONG Nosso Olhar, é um movimento artístico. A Nosso Olhar convida artistas plásticos a pintar telas junto com crianças e adolescentes que têm deficiência intelectual. As obras vão a leilão. O dinheiro arrecado é dividido entre o artista, a pessoa com deficiência e a ONG Nosso Olhar.

Trata-se de um movimento de inclusão: quatro bicicletas da ONG Nosso Olhar, customizadas e decoradas por artistas plásticos são levadas a pontos comerciais, como shopping centers. No local, a bicicleta é usada para expor produtos doados por empresas. Os produtos são vendidos por adolescentes com deficiência intelectual contratados pela ONG. O dinheiro arrecadado com a venda é revertido para a financiar as ações da Nosso Olhar. Os recursos também são partilhados entre o artista e pessoa com deficiência.

Pinacoteca de São Paulo Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

07/12, sex, até 13/12, dom)

Seguem abaixo os 3 links com o material da Pinacoteca para participar do Festival Sem Barreiras 2020.

1. Vídeo com leitura de imagem em Libras (Língua Brasileira de Sinais) da obra Caipira picando fumo, 1893, de Almeida Júnior, pertencente ao acervo da Pinacoteca de São Paulo: https://youtu.be/EvtCxUG3sQY

2. Vídeo com leitura de imagem em Libras (Língua Brasileira de Sinais) da obra Bananal, 1927, de Lasar Segall, pertencente ao acervo da Pinacoteca de São Paulo: https://youtu.be/--FGPBoxxrw

3. Vídeo com leitura de imagem em Libras (Língua Brasileira de Sinais) da obra Autorretrato, 1908, de Arthur Timótheo da Costa, pertencente ao acervo da Pinacoteca de São Paulo: https://youtu.be/BYV3JD0NzDk

Santa Marcelina de Cultura Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

11/12, sex, 11h

Apresentação musical com as alunas Isabela Luzia Pessoa Vasconcelos (aluna do Guri), Vitória Geovanna Silva (aluna EMESP) e Caroline Brito (EMESP)

Sobre: As alunas Isabela, Vitória e Carolina são alunas de canto dos programas Guri e EMESP Tom Jobim. Elas apresentarão um repertório variado que prepararam para o Festival, com músicas de Alceu Valença, Waldemar Henrique, Caetano Veloso, João Nogueira, João Bosco, Aldir Blanc, Handel, Ziani, etc. Na composição do vídeo haverá depoimentos e fotos das alunas em apresentações musicais, além da participação da profa. Elvira Mugia, responsável pelo curso de Musicografia Braille da EMEP Tom Jobim, que apresentará um pouco deste curso.

Links:

https://www.facebook.com/tomjobimemesp

https://www.facebook.com/gurisantamarcelina

https://www.youtube.com/user/TJEMESP

https://www.youtube.com/user/ProgramaGuri

https://www.instagram.com/gurisantamarcelina

https://www.instagram.com/emesptomjobim/

São Paulo Companhia de Dança Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

07/dez, Seg, 19h

São Paulo Companhia de Dança em Aparições, de Ana Catarina Vieira

Recursos de acessibilidade: Audiodescrição

Link da transmissão: www.youtube.com/AudiovisualSPCD

08/Dez, Ter, 19h

São Paulo Companhia de Dança em Só Tinha de Ser com Você, de Henrique Rodovalho

Recursos de acessibilidade: Audiodescrição

Link da transmissão: www.youtube.com/AudiovisualSPCD

09/Dez, Qua, 10h

Workshop de Dança para Todos - São Paulo Companhia de Dança

Recursos de acessibilidade: Audiodescrição e Libras

Inscrições: Gratuitas, a partir de 1º/12, em www.spcd.com.br

Link da transmissão: Esta atividade ocorrerá inicialmente via Zoom para os inscritos e será disponibilizado para o público geral no dia 11/12, às 16h, em www.youtube.com/AudiovisualSPCD

10/Dez, Qui, 13h

Lançamento do documentário Temporada em Construção com recursos de acessibilidade - São Paulo Companhia de Dança

Recursos de acessibilidade: Libras e legendas em português

Link da transmissão: www.youtube.com/AudiovisualSPCD

SP Leituras Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

12/12, sáb, das 14h às 14h45

Biblioteca de São Paulo

Hora do Conto

Joana Princesa, de Janaína Leslão

Sobre: Era uma vez uma princesa que, ao nascer, recebeu o nome de príncipe João. A Cia Três Lunas, através de músicas e um livro mágico, narra o primeiro conto de fadas brasileiro com uma princesa transgênero. Com interpretação em Libras.

Com a Cia. Três Lunas. A atividade será realizada em formato presencial na Biblioteca de São Paulo. Vagas preenchidas por ordem de chegada.

13/12, dom, das 14h às 14h45

Biblioteca de São Paulo

O silêncio de Júlia, de Pierre Coran

Sobre: A história de uma menina surda, que apesar de ser feliz se sente muito sozinha. Com a chegada de André, seu vizinho, um novo mundo se apresenta para eles. História em Português e Libras. Com a Cia Arte Raiz. A atividade será realizada em formato presencial na Biblioteca de São Paulo. Vagas preenchidas por ordem de chegada.

Biblioteca de São Paulo

Parque da Juventude

Av. Cruzeiro do Sul, 2.630, Santana, São Paulo/SP

CEP 02030-100

(ao lado da Estação Carandiru do Metrô)

Tel.: 11 2089 0800 - Para mais informações acesse nosso site https://www.bsp.org.br/

12/12, sáb, das 14h às 14h45

Biblioteca Parque Villa-Lobos

Rodrigo enxerga tudo, de Markiano C. Filho

Sobre: A vida de um menino com deficiência visual, que mostra aos colegas de escola como é gostoso ser diferente. Apesar de não enxergar, ele discute outras possibilidades de ver as coisas e que todos possuem talentos e fraquezas como qual tem que lidar. História em Português e Libras. Com a Cia. Arte Raiz. A atividade será realizada em formato presencial na Biblioteca Parque Villa-Lobos. Vagas preenchidas por ordem de chegada.

13/12, dom, das 14h às 14h45

Biblioteca Parque Villa-Lobos

O vestido da mamãe, de Dani Umpi e Rodrigo Moraes

Sobre: Um menino olha, com imaginação, para o guarda-roupas de seus pais: roupas de praia, de inverno, panos mágicos, capas de guerreiros, brilhos, camisas de futebol e outras fantasias. Até que ele acha um vestido. Com interpretação em Libras.

Com a Cia. Três Lunas. A atividade será realizada em formato presencial na Biblioteca Parque Villa-Lobos. Vagas preenchidas por ordem de chegada.

Biblioteca Parque Villa-Lobos

Av. Queiroz Filho, 1205

Alto de Pinheiros, São Paulo (SP)

CEP 05319-000

Tel.: +55 (11) 3024-2500

Para mais informações acesse nosso site https://bvl.org.br/

SESC SP Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

PROGRAMAÇÃO SESC SP

A programação do Sesc São Paulo em Educação para Acessibilidade, promoverá neste período de 7 a 13 de dezembro, dentro do projeto ao longo do ano - Modos de Acessar, ações online em rede, com recursos de acessibilidade e com foco no protagonismo de pessoas com deficiência em diversas áreas, formatos e linguagens no meio digital.

Sesc SP - Performance Home Art

Nesta série de vídeo performances o termo Home Art faz alusão a palavra Home office. Serão exibidos 7 vídeos performances de artistas com deficiência que no isolamento social devido a pandemia ressignificaram os ambientes domésticos como local para suas produções artísticas, o local de trabalho.

  • Giovanni Venturini apresenta Vitamina 'C'irco
  • Marita Oliveira e Felipe Nicastro apresentam 2 em dois
  • Sabrina Ribeiro apresenta Triângulo Corporal
  • Ari Protázio apresenta "Bom às pampas"
  • Maryana Ayelen apresenta Roupa
  • Nayara Silva e Edinho Santos apresentam Poesia Brasil de A a Z
  • Coletivo Libertas com apresentação Se mandar Calar, Mais eu Falo

A partir de 3 de dezembro.

Facebook, Portal e Youtube do Sesc São Paulo

Grátis

Livre

Com AUDIONARRAÇÃO, LIBRAS e LEGENDADO (Open Caption)

#semanamodosdeacessar #FestivalSemBarreiras2020

sescsp.org.br/modosdeacessar

Cards Tecnologias acessíveis

Série de 7 ilustrações com textos curtos e de fácil entendimento que abordam e explicam as tecnologias acessíveis em formato de post para as redes sociais.

Os posts tratarão dos seguintes assuntos: Tecnologias acessíveis, cão guia, Braile, legenda, audiodescrição, Libras e pisos táteis.

A partir de 3 de dezembro

sescsp.org.br/modosdeacessar

https://www.facebook.com/sescsp/

Matéria de texto - Recursos assistivos para Portal Sesc SP

O texto traz um breve histórico e descrição dos recursos assistivos responsáveis pela garantia do acesso das pessoas com deficiência a usufruírem conteúdos digitais ou presenciais como: Legendas, Janela de Libras, Braile, audiodescrição, narração de imagem entre outros.

Entre 3 e 10 de dezembro

www.sescsp.org.br/modosdeacessar

SESC CARMO

Entrevista

Edição com acessibilidade da entrevista com a paratleta Débora Menezes, medalhista de Taekwondo pelo Brasil, disponibilizada nas redes sociais da unidade.

Dia 07/12, segunda

Ação Online.

YouTube da unidade.

Com LIBRAS, LEGENDADO

https://twitter.com/sesccarmo

https://www.facebook.com/sesccarmo/

https://www.instagram.com/sesccarmo/

https://www.youtube.com/user/sesccarmo

SESC IPIRANGA

Conexões Esportivas

Esporte, Acessibilidade e Políticas Públicas

Em um bate papo online, no mês de dezembro a programação Conexões Esportivas, propõe uma discussão crítica sobre a garantia de direitos e o acesso das pessoas com deficiência ao esporte e ao lazer. Como políticas públicas podem contribuir para uma participação efetiva em sociedade. 04/12: Bate papo: Esporte, Acessibilidade e Políticas Públicas com David de Farias (Coord. De Programas de Educação Paralímpica CPB – Comitê Paralímpico Brasileiro), Cid Torquato (Secretário municipal da SMPED Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência) e Juliana Soares (Gestora do Paradesporto -Secretaria de estado de direitos das pessoas com deficiência). Com mediação de Vagner Martins, Monitor de Esportes (Sesc Ipiranga).

Dia 4/12, sexta, das 14h às 16h

Ação Online

Livre

Grátis - Sem retirada de ingressos.

Facebook e Youtube da unidade

Com LIBRAS, LEGENDADO

REDES SOCIAIS

https://twitter.com/SescIpiranga

https://www.youtube.com/channel/UCvJrmWJcuK5K4sanY0Np6xg/featured

https://www.facebook.com/SESCIpiranga/

https://www.facebook.com/SESCIpiranga/

SESC POMPEIA

Intervenção - Libras e Infância

Com Grupo Êba

Série de 5 vídeos curtos, com até 59 segundos, com noções básicas de libras para crianças. Nos vídeos, uma artista surda e uma artista ouvinte do Grupo Êba contarão sobre o universo das libras (o que é, como se denomina uma pessoa, entre outras informações) e demonstrarão brincadeiras que serão realizadas simultaneamente nas duas línguas: Português e Libras.

Dias 4, 5, 6, 8 e 9/12, sexta, sábado, domingo, terça e quarta, às 15h.

Ação Online

Livre

Grátis - Sem retirada de ingressos.

Com LIBRAS

https://twitter.com/sescpompeia

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https://www.instagram.com/sescpompeia/

SESC SANTO AMARO

Pele Expressa

Pele Expressa traz duas performances poéticas que abordam os conflitos e amores que surgem do encontro do mundo ouvinte e do mundo surdo. Essa dualidade se mostra nos vídeos utilizando a Língua Brasileira de Sinais e a Língua Portuguesa como matéria poética.

Com a interpretação de Catharine Moreira, poeta surda, atriz, dançarina, e Amanda Lioli, poeta, educadora brincante e intérprete de Libras.

Dias 3 e 10/12, quintas, das 17h às 17h15

Ação Online

Livre

Grátis

Facebook, Instagram e Youtube da unidade

Com LIBRAS

REDES SOCIAIS

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https://twitter.com/sescsantoamaro

https://www.instagram.com/sescsantoamaro/

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Tom Brasil [CANCELADO] Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

Comunicamos que por motivo de força maior o show da Baby do Brasil que aconteceria no dia 12 de Dezembro de 2020, foi adiado para o dia 27 de Fevereiro de 2020.

Os ingressos adquiridos serão válidos para a nova data, não havendo a necessidade de troca. Os clientes que desejarem solicitar o cancelamento e reaver o valor do ingresso, deverão solicitar o reembolso no local onde foi efetuada a compra, seja na bilheteria do Tom Brasil ou na Sympla.

12/dez, Sab, 22h (evento pago)

Presencial – Rua Bragança Paulista, 1281

Depois de Tudo ainda ser feliz – Baby é Festa na Floresta!

Baby com o DJ Zé Pedro – Com Libras

Rua Bragança Paulista, 1281

Saiba Mais em www.grupoptombrasil.com.br

Unibes Cultural Saiba Mais botão para expandir conteúdo da programação botão para recolher conteúdo da programação

11/12, sex, 17h

Live: Cidades e barreiras físicas de circulação.

Nome do convidado: Ricardo Mesquita

Mediador: Eduardo Novaes Ramires

Sobre: Ricardo Mesquita tem uma impressionante trajetória de vida, que lhe inspirou a missão de vida pela arquitetura e urbanismo acessíveis e humanizados... Acessibilidade Já! Seu foco é a adequação e legislação que garanta calçadas em todos os locais.

11/12, sex, 19h

Live: Isolamento, Pandemia e Cuidados

Com Mila Guedes e convidados

Sobre: Como a quarentena impactou a vida de pessoas com deficiência? Nessa roda de conversa vamos falar sobre os efeitos da pandemia e do próprio isolamento social nos cuidados das pessoas com deficiência, um papel geralmente exercido por mulheres cuidadoras familiares. Além de abordar as consequências na questão do trabalho e da acessibilidade na vida durante a pandemia.

12/12, sáb, 17h

Live: Desafios do turismo para idosos e pessoas com deficiência no Brasil

Convidadas: Edilmere Sprada e Gabriele Jordano

Mediador: Eduardo Novaes Ramires

Sobre: O turismo para idosos e pessoas com deficiência têm um potencial enorme a ser explorado, e várias barreiras em comum. Duas pessoas com muita experiência em cada área vão debater os problemas atuais, e desafios e caminhos para o crescimento do turismo para esse público no pós Covid-19.

Site: https://unibescultural.org.br/